Mostrando postagens com marcador Meu marido fez de meu sogro o meu amante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meu marido fez de meu sogro o meu amante. Mostrar todas as postagens

Minha Esposa com Meu Pai no Carnaval


Ela virou-se para mim na intenção provavelmente de me xingar. Seus olhos estavam injetados e com pupilas dilatadas, seus dentes serrados, suas narinas totalmente arreganhadas em busca de ar.



Minha vida, nossa vida, voltou ao normal - voltamos ao Rio de Janeiro e a vida seguiu seu curso rotineiro. Não sei explicar as causas só sei que nossa estada em Recife parecia um tabu, nunca conversamos sobre o assunto. Como eu gostaria de saber o que Bruninha estava pensando e sentindo em relação a tudo que se passou conosco.

Eu... Bem... Eu fiquei aflito depois de tudo que vivemos na casa de meu pai. Uma única vez meu pai possuiu Bruna, e o fez a meu pedido e por minha insistência. A "experiência" foi intensa, maravilhosa, repleta de prazer, em especial para Bruna que experimentou orgasmos que até hoje eu não consegui reproduzir apesar de todo meu esforço. Hoje me pergunto: quem exatamente induziu quem?

Antes de Recife eu e Bruna tínhamos uma vida normal, uma relação sexual padrão e... Tínhamos rotinas. Apesar de recém casados a rotina instalou-se rápido e só fazíamos amor à noite, depois de ambos tomarem banho, normalmente eu primeiro, e ela vestir lingerie. Quando ela colocava um short e camiseta ou quando eu deixava para tomar banho depois dela não havia sexo. Simples assim. Tínhamos esses e alguns outros sinais.

Poucos dias depois de voltarmos eu estava no auge da minha insegurança. Eu sabia que apenas eu e ela, sem a presença de meu pai, não teríamos como reeditar a luxúria, a sensualidade dos momentos eróticos. Desdobrava-me e os resultados, apesar de maravilhosos, não alcançavam a libido liberada durante a viagem. Eu ficava imaginando se Bruna, na busca por satisfação sexual plena, não cairia em alguma aventura.

Eu sabia o quanto nos amávamos. Sabia que ainda não havíamos separado, como muitos casais já fizeram, o amor do sexo. Sabíamos que tudo que ocorrera só foi possível porque era meu pai e Bruna depositou inteira confiança nele.

Com o passar do tempo fui descobrindo que eu sentia mais falta de meu pai no nosso relacionamento do que Bruninha. Ela voltara a sua vidinha, cuidávamos para que a rotina não se instalasse novamente, buscávamos aventuras sexuais, só não buscávamos novos parceiros.

Carnaval chegando e com ele minha insegurança cresceu. Sexo e carnaval se misturam tanto em minha cabeça que era impossível para eu desassociar. Em minhas fantasias eu via Bruninha no carnaval e sem perceber ela era envolvida por um casal de foliões que aos poucos tomavam para si o seu corpo fazendo-o vibrar de forma intensa e especial. Lá estava Bruna, realizando sexualmente num canto escuro de um clube qualquer e eu, escondido, acompanhando tudo e gozando com ela. Essa fantasia estava ficando tão forte que eu acabava por me masturbar para não levá-la para nossa cama.

Para fugir de tudo decidi, íamos viajar. Liguei para minha tia que tinha uma casa em Maricá. Ela me disse que meu pai também cogitara passar o carnaval com ela, sua irmã, mas como ela iria viajar ele desistira da idéia. Ela, mesmo fora do Rio, me emprestou a casa. Ficaríamos lá, porém sozinhos.

Quando terminei a ligação estava vibrando com a sensação de alívio que "estar sozinho com Bruna" me proporcionara. Mas meu coração, desde que minha tia aventou a hipótese da vinda de meu pai, continuava acelerado. Eu não sei como reagiria.

Malas prontas, sexta-feira, seguimos para Maricá. Engarrafamento, demora enorme, mas chegamos antes da meia noite. Cansados fomos dormir. Sábado já acordamos brincando sexualmente um com outro. Pela primeira vez Bruna falou de meu pai depois de tantos meses. Perguntou-me:

- Você não vai me impor o mesmo castigo que seu pai me obrigando a não usar calcinhas dentro de casa, vai?

Meu coração saltou, quis sair pela boca. A pica reagiu de imediato endurecendo. Eu não queria que ela notasse. A melhor defesa é o ataque e parti pra cima dela rindo e arrancando sua roupa.

- Vou fazer pior, você vai ser minha putinha durante todo carnaval e dentro de casa já sabe, roupa nenhuma.

Eu falava e ela ia ficando nua e, em retribuição, me arrancava o blusão e o short. Espantou-se com a rigidez da vara e agradeceu com muitos beijos nela. Não era isso que eu queria. Levantei Bruna, a joguei de frente sobre o braço alto da poltrona. Parecia que aqueles braços foram feito sob medida. Sem qualquer esforço penetrei aquela vagina já umedecida e sedenta.

Sucessivas estocadas e cadê que ela gozava! Eu já estava no auge, segurando tudo que podia e ela, enlouquecida, arfando, gemendo, mas o orgasmo não se anunciava. Apelei. No ouvidinho dela murmurei:

- Não quer gozar com o filhinho não né! Então goza com o papai! Pode me chamar de Afonso, esquece o Pedro e goza!

A reação foi voluptuosa e imediata. Era uma agonia orgástica visível. Chegaram os arrepios, ela gritava e pedia:

- Mais fundo Afonso! Que saudades! Mais forte papaizinho! Ensina ao meu corninho a me fazer gozar!

Que loucura, aquilo tudo voltando aos borbotões, o clima, apesar de apenas nós dois, cobrindo-se com um véu de excitação. Bruna explodindo em um maravilhoso orgasmo, vibrando em meus braços novamente. Eu me aprofundando dentro dela e transbordando enorme quantidade de esperma que saía em muitos e fortes jatos.

O prazer nos invadiu, nos sacudiu, nos preencheu e mesmo assim não estávamos saciados. Muito pelo contrário. Eu percebia também em Bruna a ânsia por sexo, a gula do prazer, o desejo de mais orgasmo.

Ela não se conformou com o abrupto (e natural) amolecimento de meu membro. Aquilo a aborreceu de tal forma que ela quase gritando comigo começou a me chupar.

- Anda logo Pedro, faz essa coisa subir outra vez.

E caia dentro chupando, lambendo, sugando, apertando e punhetando. A profissional voltara e reclamava.

- Quero todo seu tesão. Quero "ela" muito grande, muito dura e dentro, ouviu bem, toda dentro de mim.

E já com um leve sorriso nos lábios por perceber que a pica já reagia as suas carícias.

- Quero você arrombando meu cuzinho agora!

E meu pênis não resistiu e se mostrou em plenitude.

- Consegui! Legal! Isso mesmo meu corninho. Quero isso bem durinho, dentro do meu cuzinho. Teu papai vai me fazer gozar numa deliciosa siririca.

E me chupava e dava vazão à sua fantasia. Assim que ela considerou a pica bastante dura e salivada me jogou no chão e sentou-se sobre a cabecinha rebolando e forçando tentando, sozinha, fazer a penetração acontecer.


- Como eu te amo muito vou te ajudar minha putinha...

Falei e rolei seu corpo que já ficou de quatro para agilizar a penetração. Com alguma dificuldade foi vencida a maior resistência e logo a cabecinha se alojara e forçava lenta e gradualmente uma penetração mais profunda.

Sentindo a pica adentrar e ir se aprofundando em seu cuzinho ela se virava para olhar para mim com um sorriso de vitória.

- Como você gosta de ser corninho heim! Vamos ter que importar seu pai pro Rio de Janeiro Pedro? Só assim você me faz de puta na cama? Eu já estava cansada de ser só esposa meu corninho.

Ela falava e rebolava. Ela demonstrava seu prazer crescente a cada avanço da pica que vencia a todas as resistências.

- Você quer que eu goze com seu paizinho me masturbando, quer?

Eu queria, mas estava concentrado em retirar a pica quase toda para torna a penetrar aquele buraco apertado e quente que só sorri sem responder.

Quando a pica penetrou totalmente ela voltou ao comando:

- Tire esse piru de dentro de mim e deita no chão que agora eu quero sentar em cima dele.

Na nova posição, ela de costas para mim me proporcionava uma linda visão daquele rabinho engolindo-me inteiro já com certa desenvoltura. Quando ela se sentiu totalmente penetrada começou a cavalgar lentamente e logo estava em franco galope.

Para de repente.

- Se vira. Vou arreganhar minha bocetinha e você vai me masturbar que eu vou fechar meus olhos e gozar com teu paizinho, teu não, nosso paizinho. Se vira e se vira logo que eu quero gozar pelo cuzinho.

Sem palavras puxei o corpo dela para perto da parede. Ali apoiei minhas costas facilitando o acesso dos dedos à vagina dela e comecei a brincar. Logo estávamos manipulando toda vulva a quatro mãos. Ela enfiava os dedos, beliscava o grelo, me atrapalhava e me ajudava ao mesmo tempo. Já quase gozando ia perdendo a coordenação motora. Ela me arranhava, prendia os mamilos nas mãos fechadas e puxava os seios, jogava a cabeça para trás, estrangulava minha pica com os estertores que convulsionavam seu cuzinho fazendo-se contrair desesperadamente e o orgasmo não se esvaia.

- Goza seu puto, não quero ficar gozando sozinha, meu corninho. Vem, goza comigo!

- To chegando minha galinha, mas não acaba agora não, já to chegando.

Mentira. Eu gozara há muito pouco tempo e, apesar de estar delicioso, minha ejaculação ainda estava distante e ela ainda ia "sofrer" muito aquele orgasmo que a fazia perder o compasso da cavalgada.

Sustentei seu corpo no alto e as estocadas ficaram com mais curso, mais profundas e mais velozes. Ai foi que ela enlouqueceu de vez. Atacou a própria vagina com fúria, olhos fechados, boca entreaberta, pele extremamente arrepiada, seios totalmente intumescidos, falta de fôlego, palavras sem nexo, cabeça largada para trás.

Forcei a mudança de posição, a deitei de costas no piso frio, voltei a invadir-lhe o cuzinho alargado e sedento de porra. O gozo que se arrefecera na mudança de posição instantaneamente a fez delirar novamente, mas quando entre as estocadas eu saia totalmente para invadir sua boceta profundamente em poucos movimentos para voltar a brincar no cuzinho ela enfureceu-se.

A partir daí ela perdera a noção de tudo. Ora me chamava por meu nome, ora me chamava de Afonso, ora me xingava. Fez-me declaração de amor eterno e chorando começou a cantar quando finalmente eu gozei no seu cuzinho trazendo o prazeroso relaxamento do orgasmo pleno.

Ela se soltou inteira no chão frio, inerte e inebriada com minhas últimas estocadas, um brilho de saciedade nos olhos, um sorriso gratificante nos lábios e uma moleza insuperável que se espalhara por todo corpo. Ela me transmitia, por suas expressões, tranqüilidade e paz repleta de felicidade.

Eu estava finalmente realizado. Conseguira proporcionar a minha esposa um prazer intenso e gratificante. Pode não ter sido o auge de nosso potencial, mas superou as expectativas possíveis para as circunstâncias. Era o carnaval.

Só que estavam batendo à porta insistentemente e ela, ainda letárgica, conseguiu murmurar:

- Atende e manda esse filho da puta embora seja ele quem for!

Levantei, coloquei meu short e abri a porta com cautela. Era Afonso! Era meu pai! Imediatamente falei bem alto para ele que não entendeu nada.

- Afonso, seu filha da puta qualquer, vai embora agora!

Ele ficou estupefato com a recepção nada calorosa, deixou suas bolsas caírem no chão espantado na exata hora que minha esposa, nua, em pleno quintal, pulava em seu colo aos beijos.

Ela beijava toda e qualquer parte daquele corpo que nos lábios lhe encostasse. Agora estava deitada no colo dele e trocavam um longo e caloroso beijo. No fim do beijo, intempestiva, brejeira e inesperadamente ela pulou do colo, pegou as malas e correu, com todo aquele peso, para dentro de casa.

Abraçamos-nos. Falamos de nossas saudades enquanto seguíamos os passos de Bruninha. Entramos na casa e não vimos Bruna em lugar algum. As malas estavam no meio da sala. Certamente havia ido se vestir. Então fechei a porta e imediatamente ela atacou Afonso arrancando-lhe o blusão pela cabeça e logo estava arrancando-lhe a calça e ajoelhando-se de forma que quando o livrou das pernas da calça já o fez chupando-lhe a pica dura.

Sem espaço naquela relação sentei no sofá e fiquei atento para não perder um só lance.

Afonso refeito da surpresa e sem que Bruna esperasse pegou e rodou seu corpo com facilidade fazendo com que ela ficasse de cabeça para baixo e enquanto ela lhe chupava a pica ele lhe chupava o sexo e o ânus encharcados de lubrificação e porra. A cena era, no mínio, inusitada.

Imaginem a Bruninha, de cabeça para baixo, pernas arreganhadas para o lado, boca espetada por uma enorme pica dura, tendo a cintura abraçada por Afonso de quem só se via a vasta cabeleira no meio das pernas dela.

Vem Pedro. Vamos arrebentar com a nossa putinha de uma vez. Chupa esse cuzinho que eu castigo essa bocetinha e esse grelo. Na verdade ficávamos no revezando na vagina. Quando ele chupava-lhe o grelo eu chupava do cu até a vagina. Quando ele voltava à vagina eu me concentrava naquele cuzinho alargado por mim mesmo.

Bruna tentava falar sem sucesso, minhas pernas pressionavam o corpo dela de encontro ao de Afonso e era quase impossível conseguir tirar a pica de perto da boca para articular uma frase inteira. Quando ela começava a falar Afonso lhe fazia engolir a pica novamente e lhe dava umas palmadas.

Ela queria mesmo falar alguma coisa. A bundinha já estava vermelha de tantas palmadas quando Afonso resolveu tirá-la do colo com a minha ajuda. Ela estava vermelha. O sangue lhe havia subido à cabeça. Mas assim que se viu no chão pulou no colo de Afonso me pedindo para chupá-la. Quando abaixei para atender ao pedido dela ela conseguiu enfiar aquela pica inteira na boceta e me pedia para chupar a bocetinha em volta da pica, pois ela sabia que ia ficar delicioso.

- Eu não vou ficar aqui chupando pica por tabela. - resmunguei.

- Cala a boca e chupa logo meu corninho, senão te coloco de castigo e você vai passar todo carnaval só assistindo de comer mais nada.

Ela era capaz disso mesmo. Conformei-me e fui chupá-la na forma que ela pediu e ela se arrepiava a cada passada de língua.

- Viu, paizinho, como meu corninho chupa bem. Como a lingüinha dele á gostosinha. Ele está me arrepiando todinha. Teu filhinho foi o melhor presente que eu já ganhei.

Ela estava abraçada, trocando beijos e carícia com Afonso enquanto eu lhe chupava a beirada da boceta com a pica enfiada paradinha. Fiquei assim até que ela determinou:

- Agora pode parar corninho que já está gostosinho. Nós vamos deitar no sofá e você agora vai chupar bem gostosinho o meu grelinho vendo a piquinha do papai todinha enfiada na sua esposinha.

Lá estava eu, com a cabeça entre os dois, chupando com prazer o grelinho da minha esposa que continuava paradinha com a pica toda enterrada em sua bocetinha.

- Para com isso e tira o short para eu dar uns beijinhos nesse pintinho.

Obedeci calado. Enquanto ela chupava minha pica ia conversando com meu pai e agora já se movimentando levemente fazendo a pica dele quase sair para entrar inteira outra vez.

- Ta vendo paizinho. Ele gosta tanto de ser seu corninho que o piruzinho dele fica assim, bem durinho.

- Sabe paizinho. Antes de você chegar demos uma rapidinha com a bocetinha e uma deliciosa e demorada no cuzinho. Imagina que ele já ta de pintinho durinho novamente. É muito tesão por ser seu corninho.

Ela falava em longos intervalos, interrompendo as frases para me chupar. Eu acariciava seus seios que a cada instante ficavam mais intumescidos. Eu acariciava seu rosto. Gostava de sentir sua pele arrepiando-se.

Tal como começara ela me afastou.

- Agora senta no braço da poltrona lá atrás e fica vendo o pirocão do papai arrombado a bocetinha da esposinha. E não deixe o pintinho cair.

Só então eles começaram a fazer sexo. Quando ela sentia o orgasmo se aproximar pedia para ele ir mais devagar. Ela queria prolongar ao máximo aquele prazer. Em determinado momento, ente gritinhos e gemidos, ela disse que não ia ter jeito, não ia mais conseguir segurar. Então me pediu:

- Corninho, enfia este pintinho todinho, rapidinho, no meu cuzinho que eu quero - a voz se tornando mais alta e mais rouca - gozar com meu dois machos juntos.

Não pensei duas vezes. Sem titubear fiquei em pé na poltrona e na vertical fui me infiltrando, com alguma facilidade, naquele cuzinho delicioso. Eles paradinhos. Quando eu estava todo dentro meu pai ergueu o corpo e deu uma saraivada de estocadas profundas que encheram a mim e a ela de prazer. Ela entrou num daqueles fabulosos orgasmos onde nenhuma parte de seu corpo escapa dos arrepios volumosos, quando ela não consegue pronunciar uma única palavra ficando apenas em monossílabos gemidos, gritados ou sussurrados.

Entrei na cadência. Um dentro um fora. E Bruninha enlouquecendo de prazer. Ela virou-se para mim na intenção provavelmente de me xingar e seus olhos injetados e com pupilas dilatadas, seus dentes serrados, suas narinas totalmente arreganhadas em busca do ar que já lhe faltava. Como ela não consegui articular qualquer palavra ou xingamento fui eu quem falou:

- Vou esporrar nesse cuzinho minha puta vadia. Vou gozar muito. E acelerei o movimento acompanhado por Afonso. Ela se deixou cair de vez sobre ele e eu quase perdi o ritmo. Minha pica se avolumou. Eu estava segurando o gozo e a cada instante minha pica ficava mais grossa e mais dura.

Afonso se enfiou inteiro, com força e parou totalmente. Percebi que ele estava explodindo e me enterrei no cuzinho e liberei a ejaculação de uma só vez. Bruna, entre nós, recebendo nossos jatos bem fundo em seu corpo, tremia o corpo inteiro. Eu podia perceber pequenos pedaços do corpo tremendo enquanto o corpo inteiro vibrava literalmente. Ela não respirava, só gozava, gozava e gozava. A expressão de luxúria, de loucura e quase de desespero estava instalada em sua face. Ela estava entregue, inerte, largada e seu corpo apresentava os mais diversos espasmos. Por dentro era como se diversos anéis se contraíssem e relaxassem em intervalos disformes entre si. EU mesmo já no fim da ejaculação ainda despejava, transmitia prazer. Afonso urrava feito louco por baixo de nós dois e a cada urro dele via-se aumentar um prazeroso sorriso nos lábios de minha esposa.

Extasiado deixei meu corpo pender sobre o dela e fui rolando até que quando dei por mim estava caindo no chão. Em instantes estávamos os três rindo de tudo aquilo. Mas, mesmo depois de tudo, Afonso deitou Bruninha em seu colo e lhe deu uma surra de palmadas pelas suas loucuras. A cada tapa na bunda mais realizada ela ficava.

O carnaval prometia ser maravilhoso, mas ainda não sabíamos de todas as novidades. Afonso ainda não tivera tempo de contar.

Como o texto já está muito longo eu conto depois.


No meu blog Contos Sensuais você pode conhecer e comentar outros contos. Se preferir envie um e-mail com suas observações.

No Orkut você me encontra no link: Carteiro.

O Carteiro
carteiro.rj@gmail.com






Meu pai possuiu minha esposa na minha presença!

Às vezes fico pensando que viver é dar saltos para depois buscar o equilíbrio enquanto se constrói novas bases. Mesmo se caímos antes das bases ficarem prontas já aprendemos a pular. A isso chamamos de experiência de vida. Pena que saltos e quedas nos machucam tanto. Algumas pessoas vivem aos saltos, outras sobem por escadas usando por base pequenos degraus da experiência alheia. Algum destes degraus pode ser um atalho fundamental para alguma faceta da vida. Isso e muito mais aprendi com meu pai, sem ter que sofrer a conseqüência de grandes saltos no escuro.

Estou com vinte anos e, passada a adolescência, devo admitir que meu pai foi a pessoa mais importante na minha vida até o dia do meu casamento. Hoje o posto é dividido entre ele e a Bruninha – a mulher com quem casei e que apaixonadamente amo.

Meu pai, por motivos familiares não foi ao nosso casamento e só pude apresentá-lo à minha esposa meses depois. Em outubro conseguimos, eu e Bruna, o mesmo período de férias, seria uma segunda lua de mel e escolhi a casa de meu pai para passarmos as férias, para que ele conhecesse a Bruninha e para desfrutarmos da aconchegante cidade de Recife.

Ela se encantou com ele já nos primeiros instantes, ainda no aeroporto, embora tenha ficado um tanto quanto embaraçada. Seu acanhamento era tanto que ela ficou enrubescida e sem ação diante dele (Leia em "Meu Sogro! Mau Amante!).

Já no primeiro dia o entrosamento foi acontecendo. Saímos para jantar, dançamos e como detesto dançar lambada (Bruninha A-D-O-R-A), deixei que meu pai me roubasse a dama. Eles dançavam com tal desenvoltura que chamava a atenção de todos. Eu estava orgulhoso dela. Meu pai ainda tentou me devolver a dama. Fui até o salão, dançamos os três juntos por alguns minutos. Bruna estava sem fôlego. Quando resolvi que já podíamos voltar à mesa meu pai saiu bailando com ela que mesmo cansada aquiesceu. Eu fiquei na mesa, olhar perdido em algum ponto enquanto percebia como a felicidade era simples.

Os dias foram se passando e Bruna e meu pai se entrosavam mais e mais. Por vezes eu deixava os dois sozinhos para forçar a interação entre eles certo de que minha presença acabava por interferir na liberdade do diálogo entre ambos. Nenhum dos dois jamais reclamou do outro. Estávamos sempre juntos, rindo, abraçados, curtindo as férias em Pernambuco. 

Como o tempo passa rápido. Fora alguma briguinha comum aos novos relacionamentos e a um grande constrangimento, estávamos tendo nossos melhores dias de casados. O constrangimento ficou por conta de eu ter esquecido escancarada a porta do quarto enquanto fazia amor com Bruninha. Meu pai presenciou a cena, Bruna tentou me avisar e quando avisou era fato consumado (Leia em: "Meu Sogro! Meu Amante (continuação)").

Como dizem, para toda causa haverá sempre uma conseqüência. Assim, naquele dia descobri uma nova faceta sexual em minha personalidade. Imaginar minha esposa nas mãos de outro homem, atendendo a um pedido meu, me excitava.

A descoberta evoluiu e falando de fantasias descobri que minha esposa desejava me fazer alcançar prazer sexual sem qualquer estímulo físico. Queria ver-me ejaculando por excitação psicológica. Resolvemos que havia um caminho para realizar ambas as fantasias, um terceiro parceiro. Mas este era um grande problema pois esta terceira pessoa poderia abalar toda nossa relação. Entre todas as pessoas de nosso relacionamento a única que poderia participar disso sem haver quebra de respeito ou riscos futuros era meu pai. Mas Bruninha não o via como homem (Leia em: "Marido Seduzido a me Entregar ao meu Sogro, seu Pai!).

Foi difícil convencer Bruninha. Mais difícil ainda foi conversar com meu pai a respeito do tema e propor-lhe participar de nossa relação sexual. Superei todas estas barreira e, na hora “H”, meu pai deu uma de professor e tentou transmitir conceitos teóricos orientando minha ação prática. Assim quando eu ansiava por ver meu pai possuindo minha esposa ele vedou os olhos dela, estimulou sua libido com preliminares maravilhosas, onde, para minha frustração, eu era o principal protagonista e ele o diretor da cena e ator coadjuvante (Leia em: "Meu Filho me Ofereceu sua Esposa").

Terminada a “aula” questionei com meu pai seu procedimento e juntos, eu e Bruna (minha cúmplice), o convencemos de sua fundamental participação para o nosso prazer. Aquela noite prometia.

Eu fiquei extremamente ansioso e excitado durante todo o dia, mas quando o momento se anunciou inadiável, irretratável, irrevogável, tremi em minhas bases. Bruninha me cobrou sua fantasia. Para tanto eu não poderia ter qualquer participação ativa nem me tocar. Antes mesmo de Afonso entrar em nosso quarto ela me pôs nu e sentado na poltrona.

Ela estava linda. Vestira lingerie preta. Fantasiara-se de normalista com uma saia rodada também preta e uma blusa branca transparente. Penteara seus longos cabelos com uma “Maria Chiquinha”. Para aumentar minha ansiedade ficou reclamando da demora e do tesão exacerbado que estava experimentando

Não resisti e questionei aquele novo comportamento. Até então meu pai não era homem para ela. O que mudara?

- Teu pai me faz gozar intensamente desde nosso primeiro dia em Recife. Gozei com ele dançando lambada abraçada em você.

Minha expressão deve ter sido de tal surpresa que ela completou: - Isso mesmo, abraçada em você eu gozava com ele sentindo aquela pica deliciosa roçando em minha bunda e uma de suas mãos acariciando a base de meu seio e a outra passeando nas fronteiras da minha virilha.

- Tem mais. Gozei agarrada a ele no mar. Tentei dar pra ele na cozinha, ele me dispensou. Dei pra ele nesta cama e gozei feito uma cadela. Dei pra ele na cama dele com você batendo na porta e eu me realizando como puta. Ele me deu o melhor banho que já tomei na vida. Não tem qualquer parte do meu corpo que ele não tenha chupado. E você, corninho babaca, nada notou, não percebeu e ainda ficou me jogando para cima dele.

Fiz menção de interromper e ela não permitiu.

- Fique calado e curta sua fantasia, cornudo! Nossas melhores trepadas foram: a que seu pai ficou olhando; a que seu pai preparou me deixando muito tesuda enquanto você cortava grama e, por fim, meu melhor orgasmo com você foi quando pensei que estava sendo comida pelo seu pai, braços e pernas amarrados e olhos vendados.

- Tá vendo como você gosta de ser corno. Olha só teu pintinho todo assanhadinho. Vem ver eu me lavar e colocar uma calcinha limpinha pro teu pai ficar feliz.

Naquele instante começou meu maior tormento. Até então eu estava ansioso e por dentro vivia uma grande confusão de sentimentos. Agora alguns sentimentos se destacavam e o meu tesão só aumentava numa antítese que eu jamais vou conseguir compreender.

Assim que voltamos ao quarto ouvimos os passos de Afonso se aproximando e voltei a ocupar meu lugar, sentadinho. Meu coração estava aos pulos. Bruninha olhava para mim e para a porta simultaneamente. Era só ansiedade, seus olhos brilhavam e se podia perceber que sua sensualidade aflorava intensamente. Quando Afonso bateu ela o mandou entrar pegou pontas da saia rodada, fez uma reverência e perguntou em seguida:

- Papaizinho! Eu estou bonitinha?

Afonso soltou a fivela do cinto e tirou todo ele da calça em uma única puxada. Dobrou o cinto na mão e começou a surrar Bruninha xingando-a de tudo que lembrava. Ela, aos gritinhos, apanhava e corria até se jogar na cama encolhendo-se toda. Que revolta! Meu ímpeto era avançar contra meu pai em defesa de Bruninha, mas mantive minha palavra apesar de sentir doendo em mim cada pancada que arrancava gritinhos de prazer de minha esposa. Meu pai percebeu que ela estava de calcinha e mandou-a tirar imediatamente lembrando a ela que ela sempre esteve proibida de usar calcinha na casa. Ela imediatamente olhou para mim e entre as lágrimas sorriu confirmando e arrancando rapidamente a calcinha enquanto ele voltava a bater nela.

Assim que ela tirou a calcinha ele parou a surra. As pernas e braços dela estavam com tiras vermelhas denunciando cada uma das lambadas recebidas. Eu esperava a reação da minha esposa, certamente ela explodiria – ela nunca gostou de apanhar. Que nada. Ela pulou no colo dele pedindo perdão, se aconchegando e prometendo que faria tudo que ele pedisse se ele a perdoasse.

Ele deu seqüência à seção de “torturas românticas” (foi esse o nome que ele deu) deitando-a de bruços em seu colo, levantando-lhe a saia, expondo sua bundinha morena com a diminuta marca do biquíni.

- Quem é esse cara, nu, aqui sentado? - perguntou ele dando-lhe palmadas.

- Meu marido corninho! Ele quer ver seu paizinho comendo a cadelinha da esposa dele, papaizinho.

- E a esposinha dele vai ser muito obediente? Vai ser minha putinha? – e novas palmadas.

- Vou ser sua putinha, sua cadelinha, sua escrava, sou o que você quiser papaizinho.

Vocês nem imaginam o que se passava pela minha cabeça. O tesão estava enorme. Minha pica, se pudesse, endureceria mais e mais. Parecia que meu sexo estava com febre tal o calor que dele emanava. Em contrapartida eu me sentia magoado, ressentido pelas revelações anteriores e estupefato com a total entrega de minha esposa a outro macho, mesmo ele sendo meu pai. Ela sempre fora tão recatada, reservada. Casou-se virgem. Ver quem sempre se preservou limitando ao máximo as brincadeiras sexuais durante o namoro levando surra e palmadas de outro homem diante de seu marido era inusitado e dolorido. Estou falando de verdadeira dor física.

Meu pai agora acariciava e beijava aquela bundinha linda, perfeita, que eu tanto amava. E minha esposa adorava. Eu estava cada vez mais inseguro. Tinha certeza que estava perdendo minha mulher definitivamente. O brilho em seus olhos era de mulher apaixonada sendo invadida pelo prazer.

Aos poucos Afonso foi virando o corpo dela em seu colo e ela já estava aconchegada quando ele pegou uma toalhinha de mão e me mandou sentar ao lado dele na cama e enxugar a bucetinha dela. Eu nunca havia visto Bruninha tão encharcada. Parecia que alguém estava chupando e babando naquela buceta. Enxuguei tudo com carinho e informei que já estava sequinha.

Ele me prometendo que ia encharcá-la novamente mandou-me ficar observando atentamente. Ela se manteve sentada em seu colo, buceta arreganhada para mim e eles passaram a se beijar lenta e carinhosamente. A princípio nada mais era do que um roçar de lábios nos lábios. A bucetinha dela piscava. Aos poucos as línguas entraram em atividade e as bocas passeavam pelo rosto, orelhas e pescoço sempre voltando aos lábios com sofreguidão. A bucetinha de Bruna piscava, literalmente piscava, e expelia farta lubrificação. Meu pai conseguia prepará-la para o sexo com algum simples beijos, que inveja!

Era um novo sentimento que se somava ao meu constrangido sofrimento recheado de inexplicável tesão. Eu estava machucado, magoado e em verdadeiro frenesi sexual. Eu me imaginava, no auge da minha inveja, no lugar do meu pai, como se isso fosse inatingível tal o encantamento que aquele momento exercia sobre mim.

Ele arrancou os elásticos da “Maria Chiquinha” que a menina usava e, soltos, seus cabelos a transformaram, imediatamente, em mulher segura e experiente. Ficaram de pé, ainda se beijando. Aos poucos todo o corpo de Bruninha foi se revelando. Parecia que eu o admirava pela primeira vez. Percebi seus seios fartos, médios, espalhados, rijos e seus biquinhos arrebitados. Seus ombros largos, bem desenhados. Sua barriga perfeita como se fora torneada. Quadris largos com bundinha perfeita bem desenhada, redondinha que davam origem a suas grossas coxas. Meu pai ia desnudando Bruna e minha esposa ficava com a pele extremamente arrepiada. Ela extraía prazer de todos os toques, de cada beijo e ainda exigia mais carícias. Ele deixou Bruna só com a saiazinha que muito pouco ocultava.

Eu me revoltava vendo a total entrega de minha esposa. Ela ignorava minha presença. Ou melhor, desdenhava, vilipendiava meus sentimentos, me humilhava. Olhava-me com desprezo para em seguida, lânguida, voltar os olhos brilhantes e apaixonados para Afonso, que com ela pendurada a ele pela pernas e pescoço, chupava um dos seios acariciando o outro. Ele se manteve nesta tarefa até não mais restar qualquer traço de aréola, até que os seios de Bruninha estivessem totalmente intumescidos.

Apoiou, então, a cabeça da minha amada no braço da poltrona, suas costas apoiadas em minhas pernas (pressionando meu pênis petrificado) e os seus quadris se apoiaram no outro braço da poltrona, ao lado do qual ele ajoelhou-se. Sem qualquer cerimônia passou a chupar-lhe toda vagina e ela ia orientando seus procedimentos e descrevendo suas sensações.

A proximidade de seu rosto me permitia perceber cada mudança de suas expressões prazerosas. Seu corpo no meu colo me fazia visualizar as alterações involuntárias de sua pele, seus músculos ora relaxados, ora retesados, as contorções de seus quadris, os movimentos de suas pernas que pressionavam e liberavam a cabeça de seu algoz sexual.

Eu estava angustiado. Parecia não caber em mim. O ciúme da total entrega; a insegurança da conquista plena; a constatação do prazer superior que Bruninha experimentava; suas reações despudorada e pervertida isso tudo que era dádiva ofertada ao meu pai me entristecia e extasiava a um só tempo.

Eu vivia meu próprio inferno. Inferno que eu mesmo cavara. Enquanto que em delírio alcançava meu paraíso sensual percebendo afloradas todas as percepções possíveis aos meus sentidos. Minha visão não perdia qualquer alteração dos fatos e dos humores. Minha audição captava cada sussurro, cada suspiro ou gemido, cada arfar respiratório. Até as batidas cardíacas de Bruna me pareciam audíveis. Meu olfato revelavam o odor do cio da fêmea, o perfume do prazer, o cheiro diferente que o suor gerado pelo prazer apresentava. Eu percebia o hálito do casal apaixonado e eles me pareciam complementares. Meu tato surgia em todo meu corpo como nas pontas de meus dedos.

Atormentado e perturbado vejo Afonso se preparar para invadir um terreno que deveria ser exclusivamente meu. Ele segura as pernas abertas de Bruninha com o pênis balançando e se arrastando na vulva que me pertencia. Ela me pede para enxugá-la. Eu enxugo sua lubrificação misturada à saliva dele. Ela pede mais. Quer que eu arregace a cabeça daquele caralho e o coloque na portinha de sua vagina. Eu, relutante, pego a pica de outro homem, puxo o prepúcio expondo ao máximo a cabeça brilhosa, rosada, babada e a conduzo à entrada do céu. Então ela me pede o maior dos sacrifícios. Quer que eu arreganhe sua buceta segurando-a arreganhada até o fim da penetração.

Lá estava eu, lágrimas rolando pela face, vendo uma piroca medonha, que não era a minha, ganhando com dificuldade, milímetro a milímetro, terreno na buceta que eu tanto amo. Olho para Bruninha e vejo que ela também tem lágrimas nos olhos. Meu olhar inquisidor cai sobre o dela querendo saber se ela está sofrendo. Ela me conhece tão bem...

- Deixa de ser babaca meu corninho. Estou chorando de prazer! Você nem imagina como está delicioso perceber-me arrombada. Poder sentir todo o contorno, toda virilidade desta deliciosa pica. Pode ficar aí chorando à vontade, mas não larga minha bucetinha. Deixa-a totalmente aberta, arreganhada, para eu sentir todo o prazer que este membro experiente pode me proporcionar. Seu pai é um Deus do sexo. Um Adônis prá mulher nenhuma botar defeito... Abre bem! Abre bem! Não solta pelo amor de Deus! Vou ter um orgasmo só com a pica do papaizinho me penetrando. Que delíciaaaaa! Estou gozando muito, muito, muito meu corninho!

- Olha como eu estou arrepiada corninho! Olha...

Ela já não conseguia articular qualquer palavra. Eram pedaços de palavras soltas, arfadas entre dentes, sopradas. Seus olhos se soltavam e perdiam a órbita para novamente se fixar em mim. Ela tentava falar, certamente das maravilhas que estava experimentando, sem sucesso. Quando o orgasmo arrefece e ela consegue respirar fundo e suspirar forte Afonso começa a estocá-la. Ele praticamente retira toda pica para voltar a penetrá-la profundamente e meus dedos percebem a força de cada pancada que aquele caralho está dando no útero da pequena Bruninha.

Afonso está segurando-a pelos ombros para poder socar ainda mais forte. As mãos dela tentam esmagar aquele pulso e ela só grita e pede mais e mais. As únicas frases que ela consegue pronunciar são: “Isso!”, “Fundo!”, “Mete!”, “Mais!”, “Forte!”, “Tudo!”, “Vem!”. Isso seguido de “Ais!”, “Uis!”, “Hummm!”

Cada grito, cada frase, é um afrodisíaco para mim. Perceber seu jeitinho amolecado nas mãos de outro homem me envolve em um clima de luxúria, paixão, devaneio. A culpa me acusa de ser o causador de tudo aquilo. Estou transformando minha esposa em puta para qualquer homem, para outros homens. Ela foi persuadida, seduzida a um sexo pervertido. Introduzida na orgia sexual.

Seu corpo inteiro está receptivo, em reboliço, agitado por novo e mais intenso orgasmo. Agora ele ia parar com aquela tortura. Ela está saindo do profundo (e delicioso) orgasmo e ele já está erguendo seu corpo, tomando-o no seu colo. Segue com ela pendurada em si para a cama. Senta, rola e deita. E diz que agora ela tem que retribuir. Fica apático sobre ela e ela se desespera. Calvalga, quase pula sobre aquele membro nela espetado. Beija aquele homem com sofreguidão. Ele se mantém quieto, braços cruzados ao alto com as mãos sob a cabeça, sorriso sínico nos lábios, um ar de vitória. Insensível, calado, desafiador.

Ela chupa os peitos dele, acaricia todo seu corpo, puxa-lhe os cabelos, quica sobre ele. Seus olhos buscam os meus num pedido aflito de ajuda. Meus olhos respondem atônitos, não sei o que possa ser feito. Ela grita desesperada.

- Faz alguma coisa, chupa o saco, as bolas dele, me ajuda porra. Tenho que fazer esse homem gozar.

Fico de pé, me aproximo lentamente. Repugnante a idéia de chupar o saco peludo de outro homem. Ainda mais para minha esposa conseguir dar prazer a ele. Este pensamento que julgo repugnante faz meu corpo estremecer e minha pica, a minha revelia, lança sobre o corpo de Bruna fortes jatos de esperma. Eu me imobilizo, gozando intensamente e minha esposa, em frenesi entra em um orgasmo nunca presenciado por mim.

Ela ri nervosamente, numa semi gargalhada. 

- Isso mesmo meu macho, goza dentro de mim. – grita ela com voz desesperada.

- Vamos gozar os três juntos. 

- Inunda minha bucetinha. 

- Preenche essa tua putinha. 

- Aaaiiiiiiiiiiii! – ela está em êxtase!

- Estou explodindo por dentro. – fala num suspiro sumido com uma angelical expressão de satisfação, de plenitude!

Tudo isso enquanto ele ergue seu próprio corpo, sustenta o dela no ar passando a estocá-la num ritmo cada vez mais alucinante

... Ela cai, com minha porra espalhada pelo corpo, com a porra de Afonso escorrendo da buceta, desfalecida sobre o peito meu pai.

Cai no chão em pranto. Não sei se de satisfação, se de total humilhação, se de regozijo ou de desventura. Mas no fundo, lá no fundo eu estava feliz e realizado. Eu era um corninho e minha esposinha era o máximo!


O Carteiro

     

Meu Filho me Ofereceu sua Esposa

Aos vinte anos meu filho resolveu se casar com a namorada de 18 anos. Minha distância da família não me deixava confortável para interferir. Eu estava me divorciando letigiosamente e preferi ficar por aqui, em Recife, não comparecendo nem mesmo ao casamento. Todavia, os fortes vínculos existentes entre eu e meu filho fez com que ele optasse pelas paradisíacas praias de Pernambuco para, em outubro, virem curtir as férias ao meu lado.

Meu primeiro encontro com o casal foi marcante. Havia muitas saudades e curiosidade por conhecer a mulher que meu filho escolhera como esposa. Minha atenção se voltou totalmente para a menina que vinha agarrada a ele, sim, uma menina.

Surpreso com sua beleza passei a reparar nela com atenção. Os pés pequenos e perfeitamente ajustados à alta sandália que desenhavam pernas longas, bem torneadas que se uniam através dos joelhos a um grosso e belo par de coxas quase totalmente desnudo. A pele bronzeada se via realçada pela saia-short amarela curtíssima e justa. Seu sexo podia-se adivinhar carnudo, daqueles que merecem ser mordiscados com dedicação. A barriga era um monumento de dar inveja a qualquer mulher. O top largo, rodado e curto permitia a visão de toda barriga bem traçada como se fosse uma escultura renascentista, com o umbigo realçado por um delicado e discreto pircing formado por um diamante muito pequeno, mas de brilho intenso.

Os seios soltos por baixo da um top que mais parecia uma saia rodada, tipo tomara que caia, fazia com que todos os homens que cruzaram com ela desejassem uma rufada de vento. Percebiam-se volumosos seus seios, mas sem exageros. Rijos e apontavam para o alto como um nariz empinado.

Nesta altura eu já estava imaginando que toda aquela sensualidade era demais para um homem, jovem e inexperiente como meu filho, dar conta e imaginei-o "brincando" desajeitado com tudo aquilo.

Eu devia estar com uma expressão facial muito sacana e com um olhar bem cafajeste quando fitei aquele rosto de perto pela primeira vez e me diverti, sem tentar disfarçar, com a reação que provocava naquela menina, tão linda, tão simpática e tão sensual. Ela transpirava sexo. Seu tesão lhe afligia e eu a provocava mais e mais. Vi-me envolvido naquele clima e minha ereção se anunciou quando concluí que meu filho seria, mais dia, menos dia, um corno. Corno por absoluta incompetência de dar conta de tanto tesão, de tamanha libido.

Ele me apresentava a Bruna que me ofertava, com seus penetrantes olhos negros, o mais expressivo e sensual olhar dos últimos anos enquanto sua aflição sexual a fazia enrubescer ao mesmo tempo em que se arrepiava aos meus mais sutis toques e contatos.

Resolvi chamar para mim a tarefa de relatar o epílogo da estada no Recife para que você, que até agora acompanhou nossa história (Meu Sogro, Meu amante e a sua continuação) possa vê-la sob novo prisma, novo ponto de vista.

Como vocês já sabem (relato Marido Seduzido a me Entregar a meu Sogro seu Pai) ao voltar da praia encontrei meu filho possuindo sua esposa em plena sala e me sentei nas costas da poltrona para mostrar-me e chama sua atenção. Ele estava transtornado pelo fato de sua esposa ter me beijado a boca, nua, na sua presença. Ali estava o animal homem, só instinto, sexo pelo sexo, tentativa de dominação plena de sua fêmea ou de marcar seu território, ejaculando em seu corpo. Ao mesmo tempo uma demonstração de segurança ao se fazer passar por mim.

As cenas que se sucederam eram fortes; belas; marcantes e sensuais em demasia. Assim o macho que existe em mim se viu provocado e convocado.

Ao rolar por cima dela que cavalgava seu corpo ele arrancou de mim aquele olhar provocativo da Bruninha em pleno gozo. Em seqüência, dominando-a, submetendo-a, arreganhou-lhe ao máximo as pernas, ergueu-lhe o corpo expondo para mim toda sua bunda e vulva, para, em seguida, enterrar sua pica profundamente, conquistando-a fisicamente e dizendo ser eu pretendia conquistá-la, também, psicologicamente.

Ele usava aquele corpo sem qualquer carícia, sem qualquer carinho, em um verdadeiro estupro ao qual ela só se submetia pela sensação de culpa e por amor. Eu sabia que ela o amava, só não estava sexualmente satisfeita e tanto eu como ela sabíamos disso.

Seu tesão reprimido era tanto que ela alcançava com facilidade os mais diversos orgasmos em pouco tempo de sexo.

Quando meu filho acreditava ter alçado o status de macho alfa perante sua esposa minha paixão foi mais veloz que a razão e para firmar minha posição dominante humilhei meu filho comandando seus atos. Marquei, também, meu terreno ejaculando no rosto de Bruninha, sua esposa, e o submeti a minha liderança fazendo-o lamber meu esperma por simples sugestão.

Passado o episódio evitei o casal e, mesmo eles almoçando bem mais tarde do que o normal, só desci para almoçar quando ele já havia saído da casa e ela se recolhido ao quarto.

Estava na cozinha, já terminando meu almoço, quando Bruna, com sua pele bronzeada, seus lindos cabelos negros e longos, coberta por uma simples e fina bata rodada entrou no cômodo me procurando.

Calada, olhando-me com encantamento, esperou eu acabar, pôs meu prato sobre a pia, sentou-se no meu colo provocando imediata ereção, e começou a conversar comigo. A posição não lhe agradou, ela levantou-se, sentou sobre a mesa, pernas cruzadas, cabeça virada para o lado, sem se importar com seu sexo exposto ou com a posição convidativa a um longo e delicioso beijo e continuou sua explanação. As notícias me agradavam.

- Pedro finalmente concordou. Não imagine que foi por vontade própria. Eu o seduzi a isso e ele nem percebeu.

Já instalada na mesa, me oferecendo uma visão tentadora e despudorada, ela continuou:

- Ele vai me entregar a você amanhã pela manhã. Por favor, evite torturá-lo. Ele ao mesmo tempo em que se mostra feliz por ter tomado esta decisão que lhe tirou um grande peso, está muito inseguro.

- Ele teme tantas coisas...

- O que, por exemplo? Quis saber.

- Principalmente perder o seu respeito. Ele precisa saber que você o ama, respeita, admira e, mais importante, se orgulha dele.

- Teme perder o meu respeito. - continuou ela - Mas isso não vai acontecer. Eu amo o Pedro mais do que você possa imaginar. Você é maravilhoso, gostosíssimo, lindo, mas o que eu quero com você é fazer sexo e mais sexo.

Falando, sem se interromper, com grande ansiedade...

- Mesmo agora, não fosse a seriedade da nossa conversa, eu a teria com você dentro de mim. Pode verificar que minha bucetinha viciada está encharcada e piscando pela sua presença com essa pica dura tão perto dela.

- Eu sou uma puta tão depravada ao seu lado que até merecia perder o respeito de seu filho. E você tão ridiculamente gostoso que por vezes me arrependo de ter casado com Pedro, o que tornou nossa união impossível. Mas meu corpo clama por sexo com você, mas na companhia dele. Estou louca!

- Mas se é só isso... Não pude completar, Bruna me cortava.

- Tem mais. Ele teme não resistir ao ciúme e isso pôr por terra nosso casamento. Teme que eu me apaixone por você devido a sua experiência sexual que é muito superior a dele que, sem ser comigo, fez sexo, desagradável, uma única vez. Meu corninho é tão babaca e confia tanto em nós que ainda não percebeu que somos praticamente amantes e que o estamos forçando a me oferecer a você.

- Ele teme as reações de cada um de nós, atores desta trama, durante o desenrolar dos fatos irreversíveis.

- Por fim, ele está num poço sem fundo de inseguranças e desejos.

Durante nossa conversa estávamos atentos e compenetrados. Olhos profundamente mergulhados nos olhos do outro. Mas nada disso impediu que Bruna, sem se dar conta começasse a acariciar meus cabelos. Envolvido e da mesma forma, naturalmente, passei a acariciar aquelas deliciosas coxas adolescentes. Quando ela terminou sua exposição garanti que seria cuidadoso, interrompi a conversa e ela, percebendo a mudança em meu olhar, exibiu sua expressão mais safada e me pediu enquanto apoiava os pés na ponta da mesa, arreganhando-as bem e chegando a bunda para o mais próximo que pode da beirada.

- Seja rápido mas delicioso, tenho que dar forças ao nosso querido corninho!

Antes de começar qualquer coisa e falando de forma que meu hálito varresse toda sua vulva, perguntei:

- Por falar nisso onde está o "seu corninho"?

- Meu não, nosso! Ele foi trocar as passagens. Ele comprou para domingo à noite e com apenas quatro horas de vôo vamos chegar à plena madrugada no Rio de Janeiro...

- Ele foi... trocar o horário para as três... horas da tarde... Assim chegamos... às dezenove horas e... po-podemos descansar, pois... volta...mmooossssss... aaaaaaa... tra-trabalhar... chupa logo, porra... já nesta... segunda mete essa língua nela... feira.

Eu começara a brincar com ela enquanto ela matraqueava. Eu já sabia que ele não estava em casa e era só o que eu queria saber! Minha língua já passeava nas laterais de sua buceta e quando muito se encostava à beirinha de seus lábios vaginais. Eu descia até o cuzinho e ali brincava diretamente, mas quando voltava à buceta ficava só no entorno.

Durante a brincadeira seu clitóris foi intumescendo. A cada instante ficava mais durinho e mais grosso. Eu fiquei brincando enquanto ela me puxava pelos cabelos e movimentava a bunda sobre a mesa. Só quando o clitóris já estava vermelho como pimentão, duríssimo e suas pernas arreganhadas para o alto é que, de surpresa, prendi aquele micro piruzinho em meus lábios, sugando severamente, e arrastando velozmente a pontinha da língua na pontinha daquela carne sedenta.

Ela soltou um delicioso gritinho de alívio e prazer. Sua vagina deixou escapar um grande fluxo de lubrificação, parecia estar ejaculando, ela chegou a se peidar de prazer e entrou em um violento e saboroso orgasmo, gemendo freneticamente, sibilando ao respirar.

Eu me concentrei naquele feixe nervoso até ter certeza que ela estava explodindo, no auge do prazer. Neste momento levantei da cadeira e prometi continuar na manhã do dia seguinte.

Uma fera saltou sobre mim. Arrancou meu short, pulou sobre meu corpo e conseguiu me fazer penetrá-la ainda antes de me deitar com ela no chão da cozinha. Se meu filho a estuprara há poucas horas agora era ela quem me estuprava e saboreava minha ejaculação como se fora um troféu de honra ao mérito.

Mesmo passado o furor e com meu pênis meio flácido, ela se manteve sobre mim, retendo em seu corpo minha pica amolecida. Acariciava meu peito, meus cabelos. Eu me permitia um total abandono. Parecia termos trocado de sexo. Só a chegada do carro trazendo Pedro de volta a casa a fezela acordar do fascínio de ficar me olhando como se fosse uma difícil presa conquistada. Saí pela porta dos fundos.

Só cheguei a casa quando o casal já estava vendo televisão, confortavelmente instalados, Bruna com a cabeça no colo do marido, uma das pernas no encosto do sofá, me oferecendo a visão de toda sua intimidade. Só então lembrei que ela estava proibida de usar calcinha naquela casa. Menina obediente.

Cumprimentei o casal e anunciei que iria me recolher. Bruna permaneceu na mesma posição e Pedro pediu que sentasse na poltrona ao seu lado por que queria ter uma conversa séria comigo. Esta ia ser a conversa mais difícil para nós dois.

- Pai, você bem sabe que eu sempre preferi aprender sobre a vida com as suas experiências do que me aventurando. Claro que nem tudo pode ser assim, mas sempre que agi diferente sofri sérias conseqüências.

- Espero que tenha sido bom para você. - retruquei.

- Nada tenho a reclamar. Só que estou precisando aprender algo mais. Preciso saber mais sobre sexo... - o silêncio foi marcante e forçou a Pedro continuar o que queria falar.

- Eu tenho uma fantasia sexual incomum e você pode até pensar que sou um maníaco...

Estava com pena dele e interrompi, rindo!

- Que nada, certamente você puxou a mim. Sua mãe é muito conservadora. Em sexo eu já fiz de tudo sem nunca poder contar com a participação dela. Quem me dera ter escolhido para esposa uma mulher que comprasse minhas fantasias sexuais.

- Bruna! - chamei mudando o foca da conversa e introduzindo a Bruninha naquele dificultoso diálogo.

- Você acompanharia seu marido nas fantasias dele?

Ela, levantado do "colinho", já foi soltando a "matraquinha".

- Acho que é justamente sobre isso que o Pedro quer lhe falar. Ele tem uma fantasia e quer que eu participe. Mas a minha presença impõe que não seja qualquer um...

Pedro retoma a conversa, decidido.

- Eu queria saber como seria ver a Bruninha com outro homem, como eu reagiria. Quando penso nisso, fantasiando, a idéia muito me agrada. Mas não quero oferecê-la a um homem qualquer que não vai saber respeitá-la antes, durante e depois.

Foi a minha deixa, e rindo muito, para descontrair o ambiente, fui falando:

- Se eu fosse o privilegiado escolhido só não a respeitaria durante, pois ainda não aprendi a conciliar sexo com respeito na acepção da palavra. Ainda assim a respeitaria como mulher, mas não como sua esposa, disso eu até esqueceria. Agora; antes e depois ela seria, é e será sempre sua esposa.

- Mas como você vai selecionar este parceiro. Ele não pode ser promiscuo pelo perigo de doenças. Tem que ser discreto. É sobre isso que você quer minha opinião.

- Você é burro, Afonso? Perguntou Bruna já se respondendo. Não vê que por conta disso ele não encontrou ninguém!

Pedro, cortando: - Ninguém não! Só encontrei você. Se não for com você não realizarei minha fantasia com mais ninguém!

Agora eu falava sério: - Você tem certeza disso? Não vai adiantar se arrepender depois nem ficar cobrando de mim ou dela qualquer atitude, pois, pelo que estamos todos aqui vendo, a iniciativa está sendo totalmente sua.

Bruna arremata: - Realmente, eu jamais me imaginei com nenhum outro homem, não ia ser com seu pai que eu iria me imaginar.

Eu completei: - Muito menos eu pensaria em possuir uma mulher tão mais jovem que eu. É claro que por você eu faço qualquer coisa e vou fazer com prazer, afinal a Bruna é uma mulher linda e sensual. Mas só farei se for por você, a seu pedido. Não sinto nenhuma atração por ela.

- Seria, assim, tão difícil pai?!

- Claro que não, você não me entendeu. Seria um grande prazer. Só que a idéia jamais me passou ou passaria pela cabeça. EU não me permitiria desejar a esposa de meu filho por mais linda que fosse. A questão, fora de ser um pedido seu, não seria ética nem moral. A seu pedido, será uma honra para eu passar-lhe o pouco que sei sobre sexo tendo a sua esposa como companheira.

- Então está feito. Esse assunto falado demais está me desnorteando. Amanhã, pela manhã, lhe espero no nosso quarto para uma aula sexual! Está combinado?!?!

- Como você não quer mais falar sobre isso, até amanhã. Vou me recolher e amanhã atendo seu pedido com muita honra e prazer! Boa noite.

- Durma bem. - completou Bruninha com os olhos faiscando de tanto tesão.

Essa mulher é um vulcão, acho que nem eu daria conta dela. Ela realmente precisa de um homem com o fôlego da juventude e a experiência da maturidade, segui pensando.

Pedro, por sua vez, parecia aliviado como quem cumpriu uma árdua e extenuante tarefa.

Enquanto eu subia as escadas os dois se entregavam aos beijos e carícias. Mas ainda ouvi bruna comentar que aquela noite seria de jejum em preparação para o dia seguinte.

Dormi mal fazendo mil planos para o dia seguinte. Eles acordavam naturalmente cedo e eu cheguei ao quarto com uma mesa de cama levando um farto café. Tinha café, leite, pão (quentinho), manteiga, geléias. Armei a mesa sobre o corpo de Bruna que ao se levantar deixou os seios se descobrir com naturalidade, sem demonstrar qualquer falso pudor.

Aquele simples ato acendeu meu filho. Pedro, que já devia estar tenso, agora estava com tensão e tesão. Saí do quarto e em minutos voltava com outra bandeja, também mesa de cama, agora com frutas, queijos, chantili e coberturas de chocolate e morango. Tudo já descascado ou fatiado, pronto para consumir. Saí mais uma vez do quarto recomendando que após o café tomassem banho juntos.

Quando ouvi ruídos de banho voltei ao quarto e recolhi quase tudo. Eles brincavam sob a água e só deixei no quarto as geléias, as coberturas e o chantili. Quando voltei estava também de banho tomado, vestindo apenas um roupão de toalha, com uma caixa de sapatos na mão e interrompi um beijo do casal. Eles estavam deitados e cobertos. Assim que me viu Pedro levantou-se e, nu, sentou-se na poltrona.

Optei pelo tom didático: - Pedro, sexo não se resume ao ato sexual. o homem na sua idade acredita que só porque ele gozou que a mulher também está satisfeita. - continuei minha aula.

- Acredita que cumprida a tarefa "trepar" nada mais resta a fazer e, por isso, vira para o lado e dorme. É quando elas dizem que ele dormiu "feito um porco". Sempre que uma esposa falar isso de um marido saiba que ela está sendo mal amada. - ainda sendo didático

- Muito se fala de preliminares e hoje todo homem segue a receita "filme pornô" na seguinte ordem: Ela faz sexo oral; Eu faço sexo oral; Arrumo uma posição confortável sem ser papai-mamãe e enfio a pica nela; Seguro o máximo que eu puder a ejaculação; Ejaculo; Deito ao lado dela; Pergunto se foi bom; Espero cinco minutos calado (ou fumando um cigarro); E durmo feito um porco.

- Estes logo logo serão chifrudos. - arrematei.

- Mulher gosta de homem limpo, bem asseado e sempre que possível de banho recém tomado. Não acredite nesta história de feromônio. Use um perfume másculo e discreto. Esteja com a barba sempre bem feita ou bem raspada. Aquela cara de mal barbeado pode até compor visual, mas a barba deve estar macia, ninguém gosta de ser arranhado - com raras exceções.

Enquanto eu falava a curiosidade deles estava sendo atiçada pelo abrir da caixa de sapatos de onde tirei, uma a uma, cinco gravatas de seda.

- E preliminar é o uso da criatividade, a eterna fuga da rotina que desafia todos os casais. Por exemplo. Bruninha vai ser nossa prisioneira. Amarre uma grava em cada pulso e em cada tornozelo.

Pedro se apresentou entusiasmado, pênis ereto e mãos dedicadas ao trabalho.

- Não toque nele, não a beije. Só amarre suas mãos e pés e prenda na cama com ela bem arreganhada. Não precisa esticar a gravata que vai ficar desconfortável. Deixe-as um pouco frouxa.

- Esta última e mais larga gravata vai vendar os olhos dela.

Pedro seguia a risca as orientações. Com o pênis cada vez mais excitado. Bruninha se entregava nas mãos dele com olhos vidrados já antegozando o que estava por vir.

- Agora Pedrinho. Senta e assiste. A aula teórica acabou agora é só parte prática.

Pedi, ao ouvido dele, que me trouxesse uma única pedra de gelo. Enquanto ele prontamente me atendia fui descobrindo lentamente o corpo de Bruninha, puxando o lençol de baixo para cima e quando ele chegou com o gelo os seios dela estavam surgindo de sob o pano, arrepiados.

Ao seu ouvido pedi que ele beijasse chupando um mamilo e acariciasse o outro com o gelo alternativamente sem se demorar em nenhum deles. Aos poucos os seios dela foram como que se petrificando. Sua aréola desaparecera por completo. Quando o arrepio era total pedi que ela passasse bem na beirada da buceta o que restara da pedra de gelo sem jamais tocar no grelo. Após cada passada o encostasse diretamente no cuzinho até ele ficar bem geladinho. Voltando a passar na beirada da buceta enquanto tocava exclusivamente com a pontinha da língua a entradinha do cuzinho aquecendo-o. A brincadeira deveria durar enquanto durasse o gelo.

Bruna chorava e ria quando ele pela primeira vez tocou seu cuzinho com a pontinha da língua. Estava em gozo, queria um orgasmo, mas este não vinha, não acontecia, não se manifestava.

Enquanto com estas carícias Pedro torturava sua esposa eu passava por todo seu corpo, bem de leve uma pena. A pele onde era tocada se arrepiava e provocava um movimento estremecido. Ela gargalhava cheia de lágrimas.

Peguei um vibrador clitorial, tipo borboleta com controle remoto e ensinei a Pedro a fixá-lo bem sobre o grelinho. Entreguei o controle remoto na mão dela e ela logo aprendeu a comandar as vibrações.

Esfreguei espalhando a cobertura de chocolate sobre um dos mamilos e a de morango no outro e mais uma vez sussurrei no ouvido de Pedro que queria tudo muito bem limpinho, sem que ele tocasse qualquer outra parte do corpo dela.

Ela estava louca. Ficava dizendo para Pedro aprender aquelas delícias com seu pai. Que eu chupava maravilhosamente, que estava quase gozando. Pedia mais força, mordidas e sempre acreditando que era eu o autor de cada ato e fato experimentado.

A pena ainda castigava seu corpo, mas Bruninha agora já não mais perdia os arrepios e fui juntando as partes arrepiadas aos poucos até conseguir manter todo seu corpo arrepiado. Ela estava pronta para o orgasmo, mas a penas fazendo cócegas tirava a concentração e ela não conseguia atingir o clímax.

Orientado Pedro sobe o corpo da sua esposa e a penetra apenas na portinha, entrando e saindo só com a cabeçorra da pica e eu fazia cócegas com a pena no cuzinho dela. Quando sinalizei para ele peguei um vibrador fininho e enfiei em seu cuzinho no mesmo instante que Pedro a penetrava.

O orgasmo se apresentou instantaneamente e o corpo da Bruninha estremecia todo, por inteiro, era tanto orgasmo que ela quicava na cama, toda arrepiada, seios totalmente intumescidos, boca ressecada, gemidos secos, gritos inaudíveis, falta de fôlego.

Pedro a cada instante, abusando de sua juventude, acelerava mais. Aquietou-se alojado profundamente dentro dela e ejaculou calado. Mas não parou, voltou à carga ainda mais forte e mais veloz. Bruninha por vezes praticamente desfalecia para num delicioso suspiro voltar a si puxando o ar com a força de quem está se afogando.

Quando todo seu corpo se contraiu numa plenitude que nem eu arrancara daquele corpo, puxo-lhe a venda!

A revelação de que estava sendo possuída por seu marido trouxe o amor para aquela relação que estava sendo, pelo menos para ela, puramente sexual. Um novo brilho tomou conta de seu olhar, um sorriso belo se estampou em seus lábios. Pedro percebeu o novo encantamento e começou a fazer juras de amor enquanto castigava aquele corpo com todo seu vigor juvenil.

Duas lágrimas desceram pela face de Bruna quando um orgasmo ainda mais forte se apresentou. Seus olhos viravam e voltavam para se encontrar com os dele, novo clímax foi atingido e ela reagiu à contração interna e externa de seu corpo às gargalhadas de felicidade. Ela estava se libertando de mim e todos nós naquele quarto sabíamos disso.

Fui soltando suas pernas, uma a uma iam se agarrando ao corpo de Pedro. Cada braço que se soltava buscava uma parte de Pedro para acariciar. Eram seus cabelos, suas costas sendo lanhadas, seu rosto sendo espremidos pelas duas mãos que puxavam seus lábios para um sedento beijo.

Feliz e admirado vi novo orgasmo se anunciando em Bruninha e chegando muito rápido para explodir junto com a segunda ejaculação de Pedro naquela manhã.

Quanta inveja daquele vigor, daquela juventude.

Só fui possuir Bruninha bem mais tarde, mas quem vai contar isso é o Pedrinho. Eu fico por aqui tendo devidamente cumprido meu papel de pai.


O Carteiro

     

Marido seduzido a me entregar ao meu sogro e seu pai!

A saudade de Recife começou na noite de quinta-feira enquanto eu e meu marido discutíamos os preparativos. Compraríamos as passagens na sexta-feira para no domingo à noite embarcarmos de volta ao Rio de Janeiro.

Foi difícil conciliar o sono. As lembranças mais marcantes eram as mais distantes: a inesquecível atração nascida no exato momento que conheci meu sogro e o meu primeiro orgasmo com ele dançando lambada com ele e meu marido ao mesmo tempo.

Eu lembrava cada detalhe dos dias que se passaram e até da humilhação na cozinha, quando me ofereci por inteiro ao meu sogro com meu marido sentado na sala a poucos metros de nós e ele me desdenhou - sentia saudade e felicidade de ter vivido tudo isso.

Meu sogro, que já era meu amante, queria de despedida que seu filho me entregasse a ele para, na sua frente, me possuir. Ele queria me fazer gozar diante de seu filho! Meu maior desespero era sair de Pernambuco sem mais experimentar aquele delicioso homem que como um cafajeste me dominava sexualmente me viciando através dos meus melhores orgasmos.

Acordei naquela manhã de sexta-feira sem me dar conta de que havia dormido. Estava estranhamente feliz apesar de um tanto melancólica. Meu marido, de barba feita, saiu do banheiro, me beijou displicentemente, e desceu para o café da manhã.

Fiquei um pouco mais na cama, relaxada, me espreguiçando e quase que cochilando até que o lençol voou para longe de mim. Fora decisivamente arrancado e não sei como contive meu grito de susto. Todos já sabem que durmo sem roupas e lá estava o Afonso, sem se incomodar se o filho estava tão perto, me descobrindo, me pegando no colo, sorrindo para mim com seu hálito fresco, me conduzindo para a banheira, beijando-me os lábios, a boca, e... Fechando o box atrás de si me mandando tomar meu banho. Largou-me ali para tomar café com o filho.

Abri o chuveiro e me banhei feliz com a abordagem da manhã. Aquele homem tinha o dom de me deixar de bom humor e sedenta por sexo a qualquer hora. Minhas mãos deslizavam pelo meu corpo acendendo fantasias enquanto eu preguiçosamente me banhava. Sai do devaneio ao escutar o barulho de um motor diferente.

Ainda estava tentando descobrir a origem daquela máquina quando Afonso entrou no banheiro. Ele abriu o box e vestido (apenas de short) entrou na banheira, me tomou a esponja macia, fechou o chuveiro, pegou bastante sabonete líquido na esponja e passou a me ensaboar gerando grande quantidade de espuma.

Quando todo o corpo estava literalmente ensaboado, meu tesão exacerbado e a pica dele enorme fiquei em estado de alerta pronta para ser sexualmente arrebatada. Por isso não entendi quando ele pegou o xampu e despejou nos meus cabelos passando a lavá-los com desenvoltura. Seus dedos me deliciavam com as carícias promovidas no me couro cabeludo.

Alguns minutos depois ele pegou o chuveiro de mão e começou, de baixo para cima, a me enxaguar, com a outra mão esfregando meu corpo onde a água atingia. Meu corpo reagia com arrepios marcantes a cada ponto erógeno tocado. Ele, de pênis ereto, parecia não perceber, concentrando-se no delicioso carinho que proporcionava a toda minha pele.

Finalmente enxaguou meus cabelos. Aplicou creme condicionador. Massageou mais uma vez minha cabeça. Enxaguou retirando todo o excesso como se fosse um profissional. Saiu da banheira pingando. Mandou eu me ajoelhar e minha boca, literalmente, se encheu d'água já antecipando a chupada que eu daria naquele homem para retribuir tantas carícias.

Ajoelhada no fundo da banheira recebi uma toalha como véu e Afonso me enxugava a longa cabeleira castanha. Finalmente me estendeu a mão me auxiliando a levantar e sair da banheira. Outra toalha, macia, cheirosa, foi enxugando, pelas mãos de Afonso, todo meu corpo. Eu era só excitação. Meu corpo estremecia. O arrepio na pele era constante.

Enxuta, ele se enxugou, me sentou no vaso sanitário aberto, passou espuma de barbear, raspou todos os cantos e recantos de meu sexo deixando-o lisinho. Aplicou um creme hidratante por todo corpo com especial atenção nas partes raspadas.

Pegou mais uma toalha, me enrolou no corpo escondendo minha nudez. Pegou-me no colo e, com ardentes beijos em minha boca me levou para a janela. Abriu a janela e só depois escancarou a cortina acenando para seu filho que desligou o cortador de grama para ser informado que eu o estava procurando ansiosamente. Ao meu ouvido segredou que esta era a minha oportunidade de convencer meu maridinho a me entregar a ele. E, me deixando acessa, aflita, louca para fazer sexo com ele, desceu indo encontrar Pedro no jardim, substituindo-o no afã de aparar a grama.

Vi Pedro rindo e jubiloso correr para casa e ouvi seus passos largos pulando degraus para alcançar nosso quarto. Fui até o centro do quarto para recebê-lo e deixei a toalha cair aos meus pés assim que ele entrou.

Estive evitando o sexo com Pedro, pois era impossível continuar ficando com ele e tendo orgasmos com Afonso no pensamento. Assim recebi sobre mim um marido sedento beijando-me, lambendo-me, jogando-me na cama em nítido contraste com o pai. Não consegui perceber nenhum carinho, nenhuma dedicação a mim. Ele estava, em seu egoísmo sexual, pensando apenas em si, na sua satisfação.

Deu menos de dez lambidas no meu sexo, me virou de costas na cama e, pelas costas, me possuiu selvagemente. A porta estava escancarada, estávamos de frente para ela, e eu lembrava Afonso nos observando e apenas isso estava me excitando naquela cópula. Lembrei das recomendações de Afonso e fiquei maquinando uma forma de atingir meus objetivos, ou melhor, os objetivos de meu sogro. Como fazer Pedro me oferecer ao seu pai e participar, como simples expectador, de nossa apaixonada relação sexual?

O corpo de Pedro anunciava a chegada de sua ejaculação e eu quase gritei: - Agora não! Segura um pouco mais. Mudei de posição e iniciamos um papai mamãe menos intenso. Eu, olhando nos olhos de meu marido, me sentindo uma puta hipócrita, uma safada, uma vadia, iniciei a minha interpretação artística pondo em andamento minha estratégia. 

- Pedro, você está delicioso! Quer fantasiar outro homem me possuindo? Você gosta? 

Pedro levou uma pedrada, foi pego de repente. Sua pica anunciou positivamente que gostara da idéia, mas eu sabia que sua mente estava em conflito.

- Ou se preferir você não quer imaginar seu pai ali na porta que você deixou, mais uma vez, escancarada?

Pedro ainda não se manifestara, mas seu pênis ganhara corpo e sua ofegância aumentava apesar de manter ritmo lento nas estocadas. Finalmente ele conseguiu alcançar algum equilíbrio e começou a se manifestar:

- Por que você está perguntando isso?

- É porque, como você, eu também tenho minhas fantasias. Não de estar com outro homem, isso eu abomino! (Safada, hipócrita)

- Eu adoraria fazê-lo ejacular sem nem me tocar e sem se tocar. Só me olhando. Queria arrancar de você um gozo totalmente psicológico. Para satisfazer minha fantasia eu pensei em recorrer às suas!

As estocadas estavam mais longas e, apesar de lentas, mais fortes. Batendo fundo e forte dentro de mim. Mantive meu olhar olhando profundamente nos olhos dele. Ele começou a confessar sua fantasia e seus medos.

- Só por fantasia eu admitiria você nas mãos de outro homem (Seu pênis se agitou e as estocadas se aceleravam lenta e imperceptivelmente). Mas quando penso nisso ou quando você fala que está sendo possuída por outro homem meu tesão aumenta demais.

Comecei a me mexer sob seu corpo, a estimular seu tesão.

- Eu nem me imagino com outro homem, falo para lhe agradar, a idéia não me agrada (Quanta falsidade! Sou uma puta escravizada pelo orgasmo que Afonso me proporciona).

- Mas por que você não pensa em realizar sua fantasia? Fiquei curiosa! (E me mexi ainda mais sob ele)

- Temo não suportar o ciúme. Temo perdê-la para um homem melhor que eu!

- Você é louco. O que existe entre nós é uma relação de amor e não uma relação sexual. Se houvesse uma relação sexual para satisfazer suas fantasias eu estaria transando com outro para você. Estaria fazendo sexo com você através de outro homem. Numa relação estritamente sexual, jamais sentimental. Eu não penso, não desejo, não me vejo sendo acariciada por outro homem a não ser para satisfazê-lo.

(Depravada - eu continuava me sentindo culpada, errada, uma devassa total, uma puta despudorada)

- Não, eu gosto muito de imaginar a cena, mas não iria expô-la a um estranho.

Suas estocadas estão rápidas, longas, vigorosas e o gozo se anuncia.

- E se não fosse qualquer um, se fosse alguém da nossa confiança mesmo não sendo de nossa convivência? Como seu pai, por exemplo?

Ele gozou. Não conseguiu controlar, conter. Os espasmos e a ejaculação vieram sem avisos, se anteciparam. Ele enlouqueceu entregando-se totalmente a seu gozo e, no auge do prazer pediu:

- Finge, diz que ele está te comendo!

Foi minha deixa:

- Isso mesmo Afonso. Mete gostoso. Ensina também isso a teu filhinho. Mostra a seu filhinho como fazer para a putinha dele delirar de prazer. Faz a esposinha do teu filho gozar como uma puta. Mete fundo Afonso, me arromba toda. Faz teu filho virar teu c_o_r_n_i_n_h_o!

Eu não frisei a palavra propositalmente, entrei em gozo, meu orgasmo me arrebatou dificultando as palavras e ao falar "corninho" a palavra ganhou ênfase tão especial como as estocadas que me foram deferidas no fim do gozo de Pedro, meu marido, que demonstrava o quanto fantasiava ser um corninho lhe agradava.

Caiu ao meu lado exausto, respirando com dificuldade, mas assim que recuperou o fôlego disse que seria impossível envolver seu pai em seus devaneios. Levantei-me imediatamente, me fazendo de ofendida:

- Quer dizer que seu pai não me acha atraente! Que eu sou tão "baranga"! Que seu pai não aceitaria me possuir para agradar ao seu filho!

Enquanto eu falava me enrolava na toalha que ficara caída no chão e fingindo estar chorando desci para tomar meu café. Era muito cinismo, pensava comigo mesmo. Como eu conseguia fazer com aquele homem o que eu bem entendia. Só podia ser muito amor. Estava já no fim do meu café da manhã quando Pedro, já vestido, desceu calado, cabeça baixa, e tentou se explicar.

- Eu não quis insinuar...

- Não fala mais nada, tentar consertar o que ocorreu pode piorar ainda mais a situação. Eu querendo te oferecer a sua fantasia. Querendo satisfazer minha fantasia fazendo você ejacular apenas psicologicamente por minha causa e você acreditando que seu pai jamais me desejaria e não faria parte de nossa felicidade sexual! Chega! Não fala mais nada. Vou te provar que você está totalmente enganado!

Pedro sentou, ainda mais cabisbaixo, na poltrona ao meu lado, de frente para a porta de entrada. Parecia combinado. Eu acabei de tomar café, estava já de pé ajeitando a toalha que me vestia quando um suado Afonso abriu a porta. Certamente havia completado sua tarefa com a grama do jardim.

Corri para ele, fiz a toalha cair a poucos centímetros dele e me joguei sobre ele em um abraço, agarrada ao seu pescoço, confessando a saudade que já sentia. Fingia não perceber que a toalha caíra. Foi um Pedro excitado e revoltado que passou por nós dois abraçados resmungando que estava indo comprar as passagens. Aproveitei que ele batera a porta e beijei profundamente o seu pai. Mas Pedro voltou para pegar a chave do carro e eu não deixei Afonso interromper nosso beijo. Fiquei beijando a boca de Afonso até que Pedro saiu da casa.

Premeditava como agir e assim que ele saiu me enrolei na toalha e corri até ele que já estava dentro do carro. Pedindo perdão convincentemente e beijando sua boca através da janela me mantive até que ele, sem qualquer palavra ou pelo menos um aviso, pois o carro em movimento. Ele se foi! Eu gritava que o amava. Ali, sim, eu estava sendo sincera. Estava sexualmente apaixonada por seu pai, mas não tinha qualquer dúvida em relação ao meu amor que aumentava cada dia mais.

Eu antevia que logo logo eu ganharia esta batalha e que finalmente Pedro pediria a seu pai para me possuir na sua frente.

Corri para Afonso. Estaríamos sozinhos por longo tempo. Quando entrei na casa já pensando em agarrar definitivamente aquele homem ele passou por mim, de calção de banho, em direção à praia e me avisando que não gostou do meu ato e que não queria minha companhia.

Pedro, na volta, ainda me encontrou nua e sozinha no sofá e chorando (por seu pai), me encheu de beijos me perdoando por tudo e até confessando que gostou da minha iniciativa sabendo que tudo aquilo que eu fiz foi por causa dele mesmo. Babaca!

Acabamos fazendo amor ali mesmo. Em suas fantasias ele trouxe seu pai para comer a norinha. Começou sussurrando em meu ouvido que ele era o Afonso, que estava ali para me dar prazer. Aos poucos seus gemidos já me pediam para gozar com seu pai. Quase aos gritos fez questão de sair de dentro de mim e ejacular em meu corpo para não “engravidar a esposa de seu filho”.

Eu estava nas alturas! Meu gozo já se anunciava intenso, envolvida que estava nas fantasias de Pedro. Ele sucumbira à minha sedução. Mas a chegada de Afonso me levou ao delírio. Ele sentou-se nas costas da poltrona, com os pés no assento, observando os nossos últimos momentos. Comigo de frente para ele cavalgando em Pedro. Sabendo-me detalhadamente observada quando Pedro rola sobre mim, me jogando no sofá, e erguendo e abrindo minhas pernas para facilitar suas últimas estocadas, gemendo e gritando que ele era o Afonso, seu pai, fazendo sexo com a norinha.

Vendo Pedro propositalmente espalhar porra por todo meu corpo “para não me engravidar” meu orgasmo fora de tal forma arrebatador que meu arrepio, mesmo depois de Pedro deixar meu corpo não cedia. Eu estava em semiconsciência, sentia-me desmaiada de prazer enquanto participava de tudo que se desenrolava ao meu redor. Afonso aplaudiu o desempenho do filho que, embasbacado e atônito ficou sem palavras olhando para o pai. Afonso mostrava a ele, literalmente, expondo sua pica enorme, o quanto ficara excitado durante nosso sexo. Tocou minha buceta com a mão em concha elogiando a lisura da pele e a beleza da vulva. Tocou meus seios elogiando sua consistência e perfeição. Mostrou sua satisfação de perceber que eu ainda estava em pleno gozo denunciado pelos bicos dos seios extremamente intumescidos e pelo corpo totalmente arrepiado. E mandou, comandando o ato, que Pedro me chupasse a vagina para que pudesse terminar de gozar, começando a masturbar-se. Pedro aturdido, com a pica novamente endurecida, obedeceu ao seu pai me fazendo estremecer com sua língua penetrando fundo em minha buceta enquanto meus orgasmos sacudiam-me a cada jato de porra que Afonso direcionava ao meu rosto. Pedro, olhos esbugalhados, a tudo assistia e demonstrava adorar com o esforço que sua língua fazia para me satisfazer. Cara e corpo repletos de esperma, sinto meu corpo e meu orgasmo relaxarem enquanto Afonso se retira recomendando que Pedro limpe, com a língua, todo meu corpo. Como bom filho Pedro começa a lamber meu rosto limpando primeiro o esperma de seu pai. Seu corpo estava trêmulo, ele suava abundantemente e antes de acabar de me limpar com lambidas experimentou nova ejaculação, intensa e espontânea, manchando o sofá.

(ainda continua... aguardem o epílogo no próximo relato)



O Carteiro

     

A Mansão dos Lord

Livro de BORGES, o 1º mais lido de seus sucessos nascido no mundo dos BLOGS agora disponível na http://amazon.com.br

A Mansão dos Lord (conteúdo adulto)


Capa: A Mans photo capa-frente_zps75d23488.jpg
Por trás dos muros daquela mansão a família Lord escondia segredos inconfessáveis. O mordomo sabia demais, mas nada poderia revelar. Ninguém ouviu os tiros que o calaram. Seu corpo jazia, pela manhã, no fundo da piscina e o Inspetor Luís via todos que moravam na mansão da renomada família paulistana como suspeitos. Os Lord formaram uma corrente na defensa de seus segredos. Todavia, como toda corrente, ela era tão forte como seu elo mais fraco. Para romper esse elo o Inspetor Luís foi implacável e trouxe à tona um mar de lama que pode destruir a todos que conviviam naquele lar: A Mansão dos Lord (conteúdo adulto)

As Grutas de Spar

Livro de BORGES, o 2º mais lido de seus sucessos nascido no mundo dos BLOGS agora disponível na http://amazon.com.br

As Grutas de Spar


Capa: As Grutas de Spar photo capa-frente_zps191672a7.jpg
A família Lobo chega à Maricá para as férias de verão! Casinha branca, de frente para a praia, onde um grupo jovem se reúne com os filhos do casal e planejam explorar as Grutas de Spar e outras aventuras. Lobo, sua esposa e os jovens estarão em meio a um emaranhado de romances, conquistas, intrigas e mistérios. A casa pertencia ao autor de furto no exterior e a fortuna roubada estava em Maricá. Comparsas do roubo, companheiros de cela e todos que descobrem essa história entram na Caçada ao Tesouro. A polícia também está em Maricá para recuperar o dinheiro roubado. Fazendo justiça com as próprias mãos surge o anti-herói Motoqueiro-Negro. Os aventureiros desta vez vão enfrentar mais do que amores de verão. Estarão diante riscos e perigos, inclusive de morte.

Leia Mais: