segunda-feira, 2 de junho de 2014

Que sensação intensa!

Meus pensamentos se atropelam, minha visão perde o foco e essa agonia controlando minha respiração é de tirar o fôlego. Fora de qualquer controle real meus pulmões inflam-se imediata e totalmente e simplesmente param de funcionar. Sem aviso deixam escapar todo o ar ruidosamente para novamente inspirar quase que instantaneamente me mantendo nesse suspense de algo que está para acontecer, uma avalanche de energia se anuncia e dois rostos se sobrepõem.

Sinto a presença de meu amado marido me olhando com surpresa em seu olhar e percebo que esse garoto vasculha minhas entranhas através de meus olhos. Ele está extasiado com a minha expressão agonizante e se agita com uma intensidade que reúne velocidade, ferocidade e profundidade tomando para si minha intimidade e me levando a prazeres jamais experimentados.

Sinto minha vagina se comportando como a cratera de um vulcão em plena atividade e pronta para deflagrar uma erupção inédita. Num lapso de consciência repasso meu dia num instante que parece eterno devido à falta de fôlego de um náufrago afogando-se.

Dizem que quando estamos para morrer revemos nossa vida inteira em um só flash. Acho que estou para morrer de prazer. As mãos do garoto livraram meus seios e fixaram-se em meus ombros dando mais profundidade e violência as suas deliciosas estocadas e minha mente me apresenta um flash antecipando a erupção que promete me arrebatar.

Meu chefe, impossibilitado de ir ao escritório, me pediu que levasse o expediente até sua casa para que ele assinasse. Fui recebida por um jovem de uns 22 anos, de sunga de banho, totalmente molhado. Ao fundo vejo a piscina de onde ele acabara de sair. Um sorriso safado no olhar que me desnudava, mas seu rosto estava simplesmente emanando uma forte sensação de desejo que parecia ter sido minha presença que provocara.

A um comando surge uma menina que recebe de minhas mãos um grosso envelope e enquanto ela sobre com os papéis para meu chefe assinar ele ergue a mão e com ela prende minha nuca.

- Sou Nino, muito prazer. Pretendo retribuí-lo agora mesmo.

Falou e colou sua boca na minha sem qualquer prelúdio.

Meu susto foi tão grande que não consegui esboçar qualquer reação. Seu corpo colou no meu. A mão livre apertava e massageava minha bunda pressionando minha pélvis contra sua ereção cada vez mais intensa.

E assim tudo começou e me conduziu até ali as raias de um prazer que se anunciava sem efetivamente acontecer.

Agora, enquanto imagino meu marido nos observado a intensidade do prenúncio de um orgasmo fenomenal consegue ainda mais se agigantar. Não quero gozar com outro homem diante do olhar crítico de me marido que me vejo agora fantasiando. Será que essa era uma fantasia tão escondida dentro de mim que eu mesma desconhecia?

Agora perco o controle sobre meu corpo que ergue minha pélvis afastando-a do sofá para ir de encontro aquele falo que me consome. Meu corpo começa apresentar tremores desconexos. Estou entrando em convulsão orgástica. Só conheci essa reação em filmes pornográficos e agora eu a estava experimentando.

Os dedos de meus pés estão retesados. Minhas mãos precisam se agarrar a alguma coisa e acabo puxando meus cabelos. Agora minha respiração está descompassada e fica entre a dispneia e soluços que buscam o ar que me faltam. As auréolas de meus seios quase desaparecem e meus bicos doem de tão intumescidos.

Agora são os arrepios que dançam meu pelo meu corpo e minha mente me leva a experimentar quedas como em uma montanha russa onde meu marido está ao meu lado apertando minhas mãos que puxam meus cabelos.

Num relance vejo meu chefe e sua empregada estupefatos no alto da escada, quero sumir e meus gemidos se tornam mais intensos chamando ainda mais a atenção deles para mim dando um espetáculo de devassidão.

E vem a explosão de luz que aos poucos vai se transformando em escuridão com flashes como se eu estivesse sendo fotografada por centenas de câmeras fotográficas. 

Minha vulva apresenta arrepio intenso e ele se espalha pelo meu corpo enquanto choques partem de meu âmago aliviando todas as tensões e relaxo intensamente para, mais uma vez, ser inesperadamente arrebatada. 

Vou gozar novamente e agora a intensidade se apresenta eufórica, veloz e mais completa. Lágrimas saem dos meus olhos. Estou rindo entre soluços. Uma deliciosa sensação me invade ao perceber os olhos de Nino mais uma vez penetrando minha alma. 

Consigo ver meu chefe e sua empregada assombrados no alto da escada e num grito que surge de meus gemidos mais uma vez me sinto explodir de dentro para fora como se eu ficasse, repentinamente, muito maior do que meu próprio corpo e já não coubesse nele.

Estou me recuperando. Minha consciência está voltando apenas até perceber que o garoto parou seu instrumento em minhas mais profundas profundezas e seu membro se agiganta e agita-se aos pulos dentro de mim. Ele vai gozar e mais uma vez sou arrebatada por um orgasmo ainda mais intenso que os anteriores. 

São três orgasmos seguidos, algo inédito e delicioso. Mais uma vez explodo em vertiginosas descidas de montanha russa, vejo estrelas novamente. Sinto meu marido beijando-me a boca. Busco meu marido em minha mente e forço meus olhos a se abrirem para ver que Nino me beija e feliz me entrego ao seu beijo pela primeira vez expulsando meu marido de minha mente. Ele gozou comigo em cada um de meus orgasmos mas esse momento único de relaxamento intenso de um prazer estupendo pertence só ao macho que me arrebatou.

Ele me preenche de satisfação com sua ejaculação – como é bom perceber o quanto sou capaz de proporcionar prazer intenso a um homem tão jovem -  e incansável volta a fustigar minha vulva com o que lhe resta de ereção para arrancar de mim um sóbrio orgasmo, este mais comum aos papai-mamães de meu marido e quando ele percebe minhas comportadas contrações recupera o fôlego aumentando a intensidade de suas estocadas e me arrebatando em novos arrepios, intumescimentos, nevralgias de contrações doloridas. 

Nova convulsão recheada de gemidos e tremores intensos pelo corpo e lá estou eu mais uma vez gozando como uma vadia. Sinto-me uma esposa ordinária a sofrer intensos prazeres e proporcionar prazer a um jovem macho que me arrebatou sem quaisquer palavras me tomando para si como se dele eu fosse.

Estou largada o sofá, ouvindo a repreensão que Nino recebe de seu pai. Nua. Exposta ao olhar daqueles homens sem qualquer pudor. Vejo me chefe se retirar para seu quarto subindo a passos largos as escadas. 

A vergonha começa a tomar conta de minha consciência. Percebo Nino passando uma toalha entre minhas pernas. Ele roda meu corpo me colocando deitada de frente para o sofá. Ergue meus quadris. Esfrega meu grelinho e dá palmadas em minha vagina e minhas nádegas e logo esta, para minha felicidade, mais uma vez me penetrando. 

Sinto-o duro, enorme como anteriormente. Pela primeira vez estou tendo uma segunda seção de sexo. Meu marido já me deu até três seções de sexo numa mesma noite, mas cada uma com um só orgasmo pleno, as vezes sinto um gostinho de gozo com o sexo oral. Entre elas mais de duas horas de espaço e agora acredito que tenha se passado no máximo uns dez minutos contando inclusive com a interferência de meu chefe.

Logo estou esquecendo de tudo, nem quem sou lembro mais. Um dedo que se insinuava na entrada de me ânus, me provocando uma sensação de prazer num local sempre tão proibido ao meu marido, de repente me invade. Não consigo conter meus gritos que me valem uma sucessão de palmadas que estalam, ardem mas não machucam e se doem não estou sentindo porque fui invadida por um instantâneo orgasmo que aconteceu sem sequer se anunciar e não me abandona, pelo contrário, a onda de choques relaxantes cresce ferozmente. Perco a força das pernas e dos braços. Minha cabeça cai sobre o sofá e grito alto sabendo que estou protegida por aquela maciez da espuma.

Mas Nino se reposiciona. Sua penetração com ele totalmente sobre mim se aprofunda. Estou gritando e ele ergue minha cabeça puxando-me pelos cabelos. Meu grito de prazer intenso ecoa pela sala. Sinto-me cavalgada. Parece que estou sendo rasgada enquanto minhas contrações apertam aquele membro que me consome. Sem conseguir respirar a não ser em soluços que exalam meus gemidos, sem conseguir atinar onde estou, sentindo em mim apenas prazer, intumescimentos e arrepios, sinto que vou desbando e levando comigo meu algoz que sai de mim, tira de meu ânus seu dedo e o substitui antes que eu consiga esboçar a menor reação pela cabeça daquele membro que pouco a pouco vai se introduzindo em mim.

Meu marido volta à cena. Parece que estou com a cabeça em seu colo que me consola acariciando meus cabelos enquanto me sinto prazerosamente, para meu espanto, arrombada.

Virei puta. Meus cabelos estão sendo puxados. Meu cuzinho arrombado. Minha bunda espancada por palmadas e, em meio a tudo isso sinto as carícias fictícias de meu marido e minha mão me tocando o grelo para aumentar ainda mais aquele prazer de me sentir vazia e com a vagina implorando por pica e ao mesmo tempo preenchida por trás onde sinto-me arreganhada como nunca. 

É um prazer impar que reúne toda minha culpa de estar traindo meu amado, totalmente entregue a um garoto que só desejava usar aviltantemente meu corpo, sentindo falta de pica em minha gulosa vagina e tendo meu cuzinho virgem invadido numa possessão que sempre repudiei e me entregando totalmente ao prazer que tudo isso aliado as ardidas palmadas me proporciona.

Nino explode dentro de mim. Aos poucos sinto que venci a masculinidade daquele garoto que se encolhe sem sair de mim. Finalmente, em uma das últimas descontroladas contrações anais o expulso.

Ele se levanta. Enquanto coloca sua sunga me comanda a tomar cuidado para que meu marido não veja as marcas de suas mãos tatuadas em minhas nádegas e me diz que posso deixar ele me chupar inteira sentindo o cheiro de outro macho em meu corpo. Aquilo consegue me dar frenesi arrepiante. Vejo a cena de meu marido sugando minha vagina e ânus depois de possuídos por Nino e isso me dá um doloroso prazer. Imagino meu marido passando pomada na minha bundinha lanhada por palmadas e sinto um prazer sedutor, não um orgasmo mas uma satisfação de saber que agora já conheço outro macho e fui capaz de provoca-lo, atraí-lo com meu corpo aos 40 anos e lhe proporcionar prazeres.

Ele me abandona apenas com um convite para visita-lo na tarde que desejar ser tratada como mulher de verdade. Mais uma vez penso em meu marido. Ele não merece isso...

Mas e eu? Acho que eu mereço! Minha dúvida se conseguirei evitar novas visitas me acompanha enquanto volto para a empresa com a deliciosa sensação de ter levado uma surra inédita. Uma surra de pica!


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Borges C. (Toca de Lobo) 
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quarta-feira, 19 de março de 2014

Delícia de Cunhada


= Leia com atenção e surpreenda-se =
Ela já estava no final da adolescência e ainda assim me detestou e na primeira oportunidade disse que jamais seria minha cunhada. Toda família me acolheu bem. Era um casal com quatro filhos e três eram meninas. Só ela resistiu a minha presença. Tinha de conquista-la.
Evitávamos namorar na frente dela. Era ela que se juntava a nós, na realidade para atrapalhar. Passei a ignorar aquela presença e isso funcionou. Ela ficou mais agressiva.
Passei a deixar, em todas as oportunidades, que ela apreciasse partes de meu corpo. Assim ela poderia se acanhar. Houve represália e ela passou a expor para nós partes de seu corpo.
Eu já sabia que as meninas da casa raramente usavam calcinha em casa por recomendação médica. Mas não esperava que ela deixasse suas partes íntimas expostas. Ela se exibia toda vez que estávamos namorando.
Ultimamente passou a usar roupas decotadas, daquela que movimentos estudados deixavam pelo menos um seio totalmente exposto. Sutiã todas usavam, menos ela. E normalmente ela chegava quando estávamos bastante excitados e a visão do corpo dela, que a princípio me chateava, começou a dar margens para as mais loucas fantasias sexuais. Eu nunca teria fantasias com uma cunhada, mas ela se expunha de tal forma que acho que nós dois, interrompidos por ela em nossos amassos, passamos a olhar para ela de forma diferente. Ela já não era irmã nem cunhada. Era uma mulher que poderia se juntar a nós. Ela nos excitava e apimentava nossas relações, eu percebia sem nunca discutir o assunto.
Fomos viajar, casa de praia, verão. Ela nunca se acanhava de pôr o biquíni na minha frente me deixando vê-la totalmente nua. Aos poucos foi tomando coragem e mesmo sendo distante de mim me pedia para amarar seu biquíni. Eu tinha que testá-la.
Passei a deixar minhas mãos, sem querer, tocar seus seios e os bicos se intumesciam só dela antecipar meu toque. Mal sinal. Eu começava a alimentar tesão por ela. E o tesão, ao que tudo indicava, era correspondido. Mais fantasia somavam-se em minha mente em torno daquele objeto de desejo.
Em certa oportunidade estávamos sem ninguém por perto e ela expunha um seio pelo generoso decote.
- Você sabia que seu seio está totalmente exposto?
- Está nada!
Foi uma deixa? Enquanto conversava com ela me vi provando o que dissera. Minha mãos, sem tocar o tecido de sua larga camiseta, foi direto os bico que endurecia com a proximidade de meus dedos. Aprisionei aquele bico. Acariciei aquele bico. Me condenava. Me expunha. Mas não conseguia me conter.
- Ah! É assim? Vai ter forra. – Ela estava enrubescida, sua respiração mudara com a carícia.
E ela fugiu da cena prometendo revanche. Que revanche? Tolinha. Eu já não temia mais nada que partisse dela.
Na manhã seguinte, eu estava na piscina. Ninguém por perto e um mergulho me assustou. Era ela e sua mão se instalou em minha virilha e logo estava me tocando sem que qualquer pano atrapalhasse. Estava em minhas costas mas é claro que percebeu o efeito que causou em mim.
Fugi para o banheiro. Para me acalmar entrei no banho. Alguém entrou rápido. Trancou a porta. Era ela. Louca. Entrou em baixo do chuveiro comigo e me beijou a boca. Quando o beijo terminou ela já estava nua colada no meu corpo também nu. Suas mãos buscavam me excitar. Não precisava, mas a excitação aumentou como num raio e logo eu estava gozando nas mãos dela. Ela olhava para mim cor ar vitorioso enquanto eu deixava meu escorregar e sentava no chão na tentativa de escapar daquela deliciosa agressão.
Ela me olhou nos olhos. Sorriu. Fechou o fluxo da água. Se aproximou bastante do meu corpo oferecendo sua vulva e comandando. Agora não fuja de mim. Quero sentir sua boca beijando minhas intimidades com muita paixão.
Corei. Sua virilha cada vez mais perto e meu tesão crescendo assustadoramente. Não tive forças e me deixei vencer por aquele apelo. Me vi beijando toda aquela deliciosa vulva. Me vi escolhendo formas e pontos de agredir o sexo daquela mulher para fazê-la estremecer de prazer. Minhas mãos acariciavam suas pernas, sua bunda e logo brincavam entre suas nádegas ajudando a estimular suas zonas erógenas. Os dedos escorregavam entre o anus e a vagina e ela arreganha ainda mais as pernas e meus dedos se infiltram vagina adentro provocando estertores do orgasmo que se anunciava em fortes e incontidas contrações.
Estava me vingando. Também ela começava a perder as forças em virtude do forte prazer que eu conseguira provocar. Naquela hora eu temi. Tudo indicava que eu estava me apaixonando pela minha cunhada.
Ela, depois do forte orgasmo, abriu o chuveiro, sentou comigo no fundo da banheira e, como se fôssemos namorados passamos a trocar beijos e carícias.
Logo estávamos mais uma vez nos atacando. Lábios, bocas, línguas, mãos, coxas, pernas usávamos tudo numa agitada luta em busca do prazer mútuo.
Aquela jovem mulher sabia como dar prazer e eu precisava retribuir. Estávamos delirando quando bateram na porta. Ela me pergunta ao ouvido num sussurro.
- Deixamos ele entrar?
Ela viu o desespero nos meus olhos. Enfiou dois dedos em mim e enquanto friccionava com eles bem fundo minha vagina usava o polegar para castigar o meu grelinho. A sensação de medo e o brusco estímulo daquela mão arrancaram um orgasmo único e inesquecível que mal consegui ouvir ela falando com seu irmão, meu namorado.
- Espera porra! Estamos tomando banho juntas. Vai demorar! Ela está lavando minha cabeça ciumento.
- Não é mesmo cunhadinha?

Como responder? Eu nem conseguia pensar direito. Estava assustada, com medo e gozando feito uma desesperada. Pela primeira vez eu estava experimentando uma mulher. Fato abominável meses atrás. E estava adorando ainda mais minha cunhadinha.
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terça-feira, 4 de março de 2014

Sinto-me renovada

O que estou fazendo ao lado desse cara? Cara chato! Esperneando porque olhei para o cara que passou rente a nossa mesa? Quem não olharia para um negro de feições marcantes, com um dois metros de altura, ombros largos, corpo malhado e sorriso perfeito de dentes retos e muito brancos? Será que por que sou noiva não posso olhar para uma escultura viva tão atraente?
Ainda bem que ele não pode ler a minha mente. Acho que explodiria. Todos nós temos nossas mais secretas fantasias. Mesmo sendo muito jovem, alcancei a maioridade há meses, tenho minhas fantasias sexuais e a ninguém as confesso.
Pensando melhor, num conto onde ninguém me conhece eu poderia confessar. Vou pensar nisso. Esse cara não vai calar a boca. Que noivo chato fui arranjar, velho para mim nos seus vinte e oito anos, metido a sedutor querendo me possuir como prova de amor. Babaca! Com cantadas como essa dou pra outro, até pro negão maravilhoso mas não dou para você, noivinho de merda! Isso não se pede, se conquista.
O macho dos meus sonhos está voltando e como estou vendo por um espelho posso observar melhor. Será que ele é assim enorme em todas as partes. Uau! Só a proximidade dele me deixa tensa. Que mãos? Enorme, com unhas bem feitas, enormes!
- Vai à merda! Sou sua noiva e não sua serva ou escrava. Tenho olhos e visão. Olho para onde quero e vejo o que me apetece. Chato!
- É assim? – Ele ficou revoltadinho, tadinho! – Pois coma sozinha e pague sua conta. Fui! Me esquece! Depois resolvemos os detalhes, para mim basta!
Ele desmanchou o noivado porque olhei para um homem mais novo, mais bonito e mais másculo que ele, quanta insegurança! Mal sabe ele que estou rindo de felicidade por me livrar dele agora que o negão sentou de frente para nossa mesa. A visão desse homem é o suficiente para que eu esteja excitada. Vai embora babaca. Agora quero mesmo estar sozinha. Não adianta ficar ai parado na porta do restaurante que não quero você de volta. Tenho meu próprio cartão, sou dependente do meu pai nele para essas ocasiões. Quando contar a ele o que aconteceu é capaz de ele ainda te dar um esporro, noivinho!
O garçom serve o filé de peixe com molho de camarão no meu prato e coloca aquele desperdício que sobrou na minha frente. Sem problemas, levo para casa numa quentinha, noivinho babaca!
Caralho! Meu noivo mal se foi e aquela enormidade masculina e negra vem em minha direção. Que merda! Boca seca, mãos suadas e trêmulas e contrações internas perturbadoras.
- Boa noite. Vi que seu acompanhante se ausentou. Vai sobrar muito desse peixe delicioso. Meus colegas estão bebericando com aperitivos e ainda não jantei. Posso lhe fazer companhia?
- Po-pode, claro!
Porra! Tinha que ainda gaguejar. Não isso não!
Ele estende a mão para mim e se apresenta:
- Meu nome é Mario. E o seu?
Não tenho como fugir. Estendo minha mão trêmula e suada para cumprimentá-lo. Minha fantasia sexual recorrente assume meu cérebro. Enrubesço e sou só tesão exposto, qualquer um notaria minha excitação e ansiedade.
- Fer-fernanda. – gaguejei novamente.
Ele senta, acena para o garçom que é célere em servi-lo. Enquanto o garçom trabalha ele segue me conquistando com seu sorriso simpático.
- Adoro mulher mignon de cabelos claros. Eles dão muito trabalho ou são assim naturalmente?
- Trabalho nenhum.
Estou brigando para recobrar a serenidade mas minha face avermelhada insiste em me denunciar. Ainda assim eu nunca iria confessar que passei mais de duas horas me arrumando para o babaca inseguro que me abandonou a mercê deste macho que me envolve com seu olhar tão penetrante que me sinto interna e externamente nua para ele.
- Você se incomoda se todos ficarem olhando para nós?
- Por que olhariam? – claro que eu sei.
- Porque não é comum um negro como eu estar ao lado de uma mulher tão branca e sensual como você. – que sorriso delicioso, ele me abraça com seu sorriso e me como com seu olhar.
- Pra com isso, você é belo! – cacete! Ele vai pensar que estou cantando ele, mas saiu, saiu.
Resultado, estou saindo de seu carro, na garagem de um motel, sendo colhida por ele para me aninhar em seu colo. Sinto-me miúda e mimada naquele colo.
Sou levada, sem que ele faça qualquer esforço, para o interior do quarto e recebo um beijo daqueles lábios grossos, quentes e macios que não me permitem sequer vislumbrar o ambiente. Navego, com seu beijo, para meus sonhos secretos. Temos que ele se realize por completo. Não aguentaria uma verdadeira palmada daquelas mãos. Sem perceber estou entregue a saga daquele homem que poderá fazer de mim o que bem entender.
Quando ele, depois de me deixar pronta para o amor com suas carícias pelos meus olhos, boca, orelhas e pescoço, me deposita no chão fico espantada com a nossa diferença de altura, volto a ser uma menininha e isso me excita ainda mais. Preciso fugir dessa entrega tão medonha. Resolvo assumir a dianteira.
Minhas mãos buscam seu cinto e mais do que abrir a fivela, retiro todo o cinto. Será que ele vai pensar que quero uma surra? Quero, mas só nas fantasias. Temo a dor. E continuo.
Calça desabotoada, camisa retirada do interior da calça, fecho abaixado e fujo deste caminho passando a desabotoar a camisa.
Não tenho caminhos de fuga. Aquele peito largo, aquela barriga marcada por muita malhação, aqueles braço grosso como minhas grossas coxas. Tudo nesse homem é inebriante e convidativo ao sexo.
Mas ele não está inativo e só então percebo minha saia já no chão, minha camisa aberta e sendo retirada de meus braços, minha calcinha e sutiã tentando marcar meu corpo alvo, mas tão alvo que parece nunca ter sido tocado pelo sol. E sou neta de negros, como pode?
Meus braços arrancam aquela camisa enorme, maior que meus vestidos, e só então percebo que como eu ele está apenas de cuecas e... Ele é enorme!
Eu não devia ter olhado. Agora meus olhos que tento afastar são atraído como um ferro por um imã. Não tenho como resistir e toco aquela enormidade para ainda mais me surpreender. Só ao meu toque ele começa a crescer em busca de sua rigidez. Mesmo pouco experiente sei que ele vai ganhar ainda muito volume.
Estou fora do meu normal. Conquistada em meu primeiro encontro por um negro, estranho e desconhecido até então e estou pronta para me entregar a ele sem reservas. Loucura das loucuras. E continuo tomando as iniciativas. Não preciso sentar na cama, nem me ajoelhar. Abaixo um pouco meu corpo e minhas mãos, as duas juntas, entusiasmadas por ter um brinquedo novo nas mãos que continua crescendo, encaminham aquela delícia que literalmente me encheu de saliva, para uma boca ávida e incompetente. Cabe tão pouco dentro dela e ela fica tão repleta com esse pequeno pedaço que me estimulo a ser competente em minha carícias.
Ele está acariciando meu corpo que retribui me lubrificando como nunca. Parece adivinhar a barreira que vai encontrar quando tentarmos, meu corpo e eu, engolir tudo aquilo no meu guloso interior.
Ele deita-se atravessado perto do pé da cama. Isso facilita minha agressão com mãos, boca, lábios, língua e dentes em seu instrumento que ainda está endurecendo.
Dedicada exclusivamente a isso sou só sensações, mas percebo que minhas últimas peças sumiram de meu corpo, até minha sandália. Agora estou ainda mais baixa perante ele.
Ele toma meu corpo nu e deposita sobre seu peito. A diferença de tamanho é tão grande que ele se diverte em meus pés, brinca com cada dedo, lambe a palma dos pés me levando, sem me tocar nas partes íntimas, para próximo do prazer extremo.
Eu sigo sugando, sentindo suas mãos me acariciando e sua boca arrancando excitação apenas dos meus pés. Já estou arrepiada e meu corpo já se movimenta a minha revelia. E entro em estado de alerta com suas mãos massageando minhas nádegas e o interior de minhas coxas. Quando seus dedos chegam a minha vulva é como se fosse uma multidão de picas, das que eu experimentara até então. Seus dedos longos e grossos agora são dez picas de meu noivo buscando arrancar meu prazer.
Sugo forte seu pênis, agora descomunal ao ponto de a cabeça mal caber em minha boca, e arranho levemente sua mucosa com meus dentes quando dois dedos aprisionam meu grelinho, outros dois brincam nas portas de entrada e sua boca suga com a mesma intensidade que eu o polegar de meu pé direito. Que tesão! Perco o controle e acontece meu primeiro orgasmo. Mais intenso do que qualquer outro que já tive.
Depois de gemidos e estremecimentos sinto ele abraçar meu corpo com uma das mãos, mantendo-me castigada na vagina pela outra, com a boca dominando meus pés. Abraçado a mim ele se levanta me deixando de cabeça para baixo. Liga o som do quarto de motel que lembro até nem ter reparado como é. Passa a dançar comigo. Sua boca, durante a dança, passar a dançar dos pés às coxas. Estou de cabeça para baixo, com a cabeça de um enorme pica em minha boca, curtindo aquele louco momento quando, como se uma boca fosse, sinto minha vulva ser beijada, literalmente beijada. Ele busca uma língua para brincar no interior da minha vagina e como por encanto, como um raio, um prazer crescente me acomete e me leva imediatamente a um orgasmo brutal. A língua passeia de meu grelo até penetrar em minha vagina, um dedo brinca com o piscar de meu ânus e quando eu, distraída pelo prazer, penso que o gozo vai me aquietar, levo uma inesperada e segura palmada que me vira do avesso liberando toda minha sexualidade. O gozo aumenta, apesar de impossível, ainda mais de intensidade sem querer extinguir-se, o arrepio toma conta de todo meu corpo e não aquiesce, os seios ficam com aureola mínima e bicos duros de doer, minha mente abstrai a realidade e se joga nos meus mais recônditos sonhos.
Vem a segunda palmada acompanhada de linguada em meu cuzinho. A boca do meu macho assume meu grelinho com dedicação exclusiva e dois dedos penetram minha vagina e um polegar força a entrada em meu cuzinho piscante e defensivo.
Nunca, nem no meu maior devaneio, pude imaginar um orgasmo tão intenso e concreto. Ele insiste em me excitar e o gozo não quer esvair-se me devolvendo a consciência que de nada mais me acusa só me agradece tanto prazer experimentado entregando-se totalmente àquela onda que sobe e desce concentrando-se nas contrações involuntárias que percorrem meu corpo em plena e total convulsão.
Estou como uma boneca de trapos. Não consigo assumir o controle de meu corpo mole por deliciosamente exausta. Do centro de meu corpo esvaiu-se todas as minhas energias, mas minha mente, a safada da minha mente, me exigia um estupro. Queria me ver espetada urgentemente naquela vara grossa, longa e rígida. E Mario parecia querer a mesma coisa. Assim que sentiu as minhas forças recarregadas, assume novamente meu corpo foi me girando, sem para de dançar me fez abraça-lo com as pernas e, cantando uma música que passará a ser a nossa música, encaixou-se em mim e foi me deixando escorregar sobre seu membro que me preenchia plenamente como eu nunca fora. Ele alcançou o mais profundo de mim sem esgotar sua ferramenta. Ajeitou nossos corpos e cantando ao meu ouvido os versos da antiga “You Make Me Feel Brand New” conseguiu ir se alojando, me acariciando com suas idas e vindas e de tal forma me desnorteando que quando dei por mim, após o mais intenso prazer de minha curta vida sexual, depois de perceber todo esplendor de um orgasmo que perecia tênue, eterno, dominante, sei lá como descrever tal teor de delícias, eu estava sobre ele, na cama, saltitando em cavalgada, paredes alaranjadas rodando e caí no colchão tão exausta que estava ausente de mim mesma.
Para completar a minha felicidade ele me prometia ainda mais, muito mais. Deu sua palavra que iria me fazer gozar pelo cuzinho entre palmadas depois de me dar uma surra por eu ser assim, tão safada.
Só tive forças para usar tudo que aprendera em anos de cursinho de inglês:
- Mario, “you make me feel brand new”! Verdade, você faz com que eu me sinta renovada, sou outra mulher! E sou sua!




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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Meu sobrinho, meu amante

Depois dos 40 anos a rotina já se instalara em meu casamento e o sexo era delicioso, mas nada de fenomenal, já não havia descobertas nem empolgações. As brigas, pelo contrário, envolviam uma insegurança que meu marido jamais demonstrara. Está na idade do lobo, se expõe à mulherada e depois me acusa de oferecida, desinibida e desavergonhada. Briga recriminando a roupa que estou usando, roupa que ele esquece ter escolhido para que eu saísse com ele. Este louco.
Agora surge com a novidade de viajar a serviço por quinze dias. Ele sabe que tenho medo de dormir sozinha nessa enorme casa.
Ele está arrumando as malas quando a campainha anuncia a chegada de algum visitante. Ele se apressa e sobe com Betinho, meu sobrinho de 22 anos. Informa-me que sua irmã a partir de sábado ficará comigo. Até lá, por apenas três dias, Betinho tomará conta da casa para que eu não morra de medinhos. Ele arranjara tudo, estou achando que ele arranjou até uma amante para acompanha-lo durante a viagem. Afinal ele nem cogitou em me deixar acompanha-lo.
Antes de sair me tranca no banheiro e com todas as letras recomenda:
- Nada de arranjar homem neste período. Você só pode transar com outro homem na minha presença e com meu consentimento.
- Que conversa idiota é essa! – Retruco já revoltada e pronta para arranjar uma nova briga.
Meu marido interrompe meu rompante beijando-me ardorosamente a boca e me larga ali no banheiro e se vai batendo a porta da sala sem outras despedidas.
Corro para o quarto tentando esconder meu choro de meu sobrinho. Novo e inocente ele não iria entender nada. Mas eu estava enganada.
Betinho me segue, senta calado ao meu lado na cama. Quando meu pranto se acalma ela me puxa para seu ombro e me envolve em seus braços num abraço reconfortante.
Meu pranto aumenta e ele passa a acariciar meu cabelo, meu rosto, sem palavras. Quando abro os olhos encontro o olhar preocupado dele fixo em meus olhos. Ele está triste e preocupado.
Correspondo ao seu abraço e o aperto trazendo-o mais para perto de mim. Ele me reconforta. Passa a sugar minhas lágrimas e aos poucos, sem qualquer pressa, ele alcança meus lábios. Aceito seus beijos sugando minhas lágrimas e meus lábios. Pouco a pouco minha boca cede entreabrindo os lábios antes totalmente cerrados.
Agora Betinho suga um lábio de cada vez diversas vezes. Como por encanto sinto aquelas sucções como se estivessem acontecendo em outra parte de minha anatomia. As brigas com meu marido eram tantas que eu estava sem sexo há mais de uma semana. Não que isso tivesse qualquer efeito sobre mim. Estava até espantada com aquela ligação direta que se acentuou quando ele lambeu meus lábios que se abriram espontaneamente.
Sem que eu perceba estou trocando carícias com meu sobrinho. O envolvimento é tal que com um simples estímulo ele consegue me levar até seu colo e me beija a boca deliciosamente e eu me vejo correspondendo com uma intensidade que há muito não existia em meus beijos com meu marido.
Durante o beijo um alerta se acende. Estou sendo leviana. Afinal, de quem partiu a iniciativa daquele beijo. Porque me deixei ficar sentada no colo de meu sobrinho. Levanto-me. Meu corpo é contido pelos braços do menino que me aperta de encontro a ele. Estou entre suas pernas, seus braços envolvem minha bunda, mas suas mãos estão respeitosamente em minha cintura. Sua cabeça de lado está apoiada em meu peito. Sinto minhas auréolas intumescerem-se, um seio amassado pela cabeça de Betinho e o outro percebendo o calor de sua respiração e aquecendo-se com ela.
Quanta maldade existe na mente de um ser humano. Estou abalada, meu casamento em ruínas, e meu sobrinho está apenas tentando me consolar. Cedo a seus caprichos acariciando seus cabelos, mas meu corpo, comandado pela minha mente sequiosa por afeto e saudosa de paixões, sente arrepios leves, se prepara para o embate sexual ao qual nem sonho em ceder, mas percebo a umidade se formando em minha virilha e meu corpo se vê assaltado de pequenos tremores que não consigo distinguir se é por conta da libido exacerbada ou do pranto que tento conter.
Enquanto acaricio seus cabelos sinto suas mãos agora passeando em minhas costas e aquilo é realmente reconfortante. Só então ouço sua voz.
- Deite-se tia. Vou buscar água bem fresca, ou prefere um leite?
- Não. Água fresca me basta.
Esquecera que meu marido me fizera sair de saia curta e sem calcinha. Cobrindo meus seios uma malha branca, curta e larga. Levou-me para uma danceteria vespertina. Ele queria saber se eu ainda atraia os machos, só podia. Nem usar sutiã me permitira e, depois, quando os olhos masculinos se encantaram pelo meu corpo e os mais ousados, sem ligar para ele, tentavam chamar minha atenção, ele briga comigo e me abandona dentro da danceteria de onde, seguindo-o, saí sendo apalpada por diversas mãos que me deram asco ao mesmo tempo em que me excitaram.
Lembrar que ele começou a fazer as malas assim que chegamos em casa me fez retomar o choro que ainda não secara. Agora sabia que meu corpo estremecia pela dor que meu marido provocara em meu ego e que ela doía mais que uma dor física.
Recebi o copo das mãos de Betinho sem notar que ele percebia que eu estava, digamos, seminua. Mais uma vez ele se manifestou:
- O que houve entre vocês tia. Porque você está assim tão...
O hiato de tempo fez com que eu olhasse firmemente meu sobrinho nos olhos questionando sem palavras o que ele queria dizer.
- Assim; tão exposta.
Eu estava quase sentada para beber água e minha vagina estava totalmente exposta. Tento me tapar com uma das mãos entre as pernas e foi um acidente. Perco o equilíbrio e levo um banho de água fria nos seios que ficam ainda mais intumescidos e visíveis sobre a malha branca da larga camiseta branca.
O socorro de Betinho foi questionável. Ele me ergue e quando eu já estou de pé ele tira cabeça acima minha malha molhada de água gelada. Mas não fica embasbacado com meus seios expostos. Pega o copo e volta à cozinha de lá voltando com ele mais uma vez cheio.
Não sei por que fiquei imóvel e surpresa com o gesto dele. Ele me encontra na mesma posição em que me deixara e nem ação para ocultar meu seio esboço. Ri do gesto dele.
- Ah! É assim. Acudo você e a tiazinha fica rindo do babaca?
Ele fala rindo, entro na brincadeira, precisava sair daquela depressão.
- Está tão quente que até gostei do banho de água fria.
- Ah! Tiazinha gostou do banho de água fria?
- Gostei, e muito! – Falo esnobando e...
Subindo na cama e mirando meus seios Betinho entorna lentamente a água do copo e não importava o quanto eu tente fugir ele acabava acertando meus seios com a danada da água fria. Jogo-me sobre ele fingindo raiva. Eu estou brincando?! Caí sobre seu corpo. Já estamos aos risos. Betinho conseguira transformar o clima e meu estado de espírito.
- Os bicos estão durinhos. – Ele implica: - Bem feito.
Como criança fala apontando meu peito nu e como encantado por um doce aproxima as mãos e toma entre os dedos meus mamilos e passa a brincar com os bicos duríssimos de doer.
A reação foi imediata e sinto contrações em minha barriga enquanto seus dedos me tocam. Ele também não está indiferente. Senti seu membro crescendo e quase explodindo esmagado entre nós. A brincadeira estava ficando séria.
Levanto com algum esforço e ele me puxa pela cintura da saia e eu torno a cair. O botão que segurava a saia na lateral pula longe.
Ele tenta me beijar como um louco e eu, na ânsia de escapulir, me vejo de pé, nua, totalmente nua, na frente de meu sobrinho que fica de pé ao meu lado e sem tocar em qualquer parte do meu corpo. Estica o pescoço e seus lábios alcançam os meus. Ele rouba um beijo no qual eu não posso negar meu pleno consentimento e total participação.
Durante o beijo ele aproxima seu corpo e meus braços envolvem aquele menino colando nossos corpos numa nova troca de carícias. Mas eu estou nua e suas mãos e dedos podiam tocar diretamente minha pele arrepiando-a o que me deixa cada vez mais excitada.
Sendo mais alto basta a Betinho curvar um pouco o corpo para que sua mão se infiltre entre minhas coxas. Isso me estremece arrancando o suspiro gemido que eu tentava conter. Assim estimulado ele arranca com seus dedos uma entrega que, se eu conscientemente não desejava oferecer, não tive forças e me vi agonizando em frenesi pré orgástico. Minhas pernas perdem a rigidez e sou depositada na cama entre carícias diversas e tão cuidadosas que me mantem a beira do prazer sem conseguir alcança-lo. Eu preciso gozar logo para ser capaz de retomar minha consciência. Resolvo me tocar e sou contida.
Em instantes minhas mãos libertam e estão envolvidas na tarefa de acariciar a masculinidade de meu sobrinho e sem que ele peça sento-me na cama e passo a suga-lo com a sofreguidão de quem tem a sede dos desertos.
Enquanto sugado ele deita-se ao meu lado e volta a brincar com o meu corpo. As lentas e eficientes carícias de Betinho envolvem e entorpecem minha mente e, mesmo não desejando racionalmente o que eu via acontecer, não tenho ânimo de me opor, pelo contrário, meu desejo de entrega é imenso e tão intenso que me sinto frustrada pela ausência do orgasmo que se mantém próximo.
Ele em nenhum momento tenta me penetrar. Pelo contrário, quando subo em seu corpo tentando sugá-lo para dentro de mim ele faz seu membro ficar roçando em minha vulva, escapando de minhas armadilhas, enquanto minha ansiedade cresce na mesma proporção de minha umidade lubrificante. Quando coloco a seta em seu caminho ela vence todo o terreno tão rápido e tão eficiente que me sento tomada, preenchida e acho que finalmente vou gozar intensamente. Ele me prende pelo ombro e se mantem inerte dentro de mim e eu só consego uma leve fricção com meu intenso rebolado.
Isso seria o suficiente para aquele almejado primeiro gozo. Ele percebe o descontrole de minhas contrações, sai de mim jogando-me contra o colchão e beija meu corpo todo, brinca com seus dedos e me mantem acessa e pronta para gozar.
Finalmente, acho que ele apiedou-se de minha total inconsciência e brutal fome e me penetra em um papai x mamãe vagarosamente. Eu pude perceber o quanto ele era maior e mais grosso que meu marido apesar de tão novo.
Mesmo com toda lentidão, quando sento que ele atinge minha total profundidade estremeço. Mas ele ainda esta com parte daquela grossa enormidade fora de mim e foi forçando e minha vagina se amoldando àquela delicia. Seus pelos tocam meu grelinho intumescido e sensível como nunca. Ele fora dedilhado, chupado e irritado, estava prestes a explodir. Mas Betinho está mais uma vez inerte mantendo-se totalmente dentro de mim. Eu choro de ansiedade e meu corpo estremece vibrando de desejo. Ele colhe minhas lágrimas e continua me maltratando até que lentamente foi saindo. Fico na expectativa. Ele vai começar a bombear ferozmente minha vagina e me arreganho toda.
Ele sai totalmente. Roça seguidamente o pênis duro como pedra desde meu grelo até meu ânus e depois vem com dedos e boca iniciar nova tortura.
Eu já perdera a compostura. Insisto, quase aos berros, em ser possuída, arregaçada, arrombada. Xingo Betinho, tento bater nele, arranhá-lo.
Ele me abandona aos prantos e trêmula de desejo. Deita com as costas na cama. Segura pela base seu pênis pulsante e eu, como uma puta vadia, atravesso minhas pernas em seu corpo, vou me abaixando e seguro a ponta guiando-a para dentro de mim e começo uma cavalgada desnorteada e alcanço finalmente o sonhado orgasmo.
Ele chega tão intenso que perco o compasso de meu corpo, de meus batimentos cardíacos, de minha respiração e não consigo dar cadência e desesperada sinto a intensidade do orgasmo esvair-se sem me contentar.
Nessa hora, bem nessa desesperada hora, ele apoia minha bunda em suas mãos e começa numa indescritível velocidade a socar minha vagina profundamente.
Um grito gutural saiu de minhas profundezas. É intenso, surdo, medonho tanto quanto inesperado. No meio dele perco o fôlego e o gozo se intensifica. Quando finalmente retomo a respiração o gozo ainda mais me toma de uma maneira espetacular. Meu corpo inteiro está em gozo. Meu arrepio é total, das pernas às raízes dos cabelos. Meu corpo estremece em múltiplas convulsões descontroladas. Estou babando e tentando respirar. Não grito, nem sequer consigo gemer, nem enxergar. Meus olhos estão fora de órbita e desencontrados. Meu ventre tenta esmagar aquela enormidade em seus mínimos pedaços por contrações múltiplas e indistinguíveis.
Minha umidade é tal e está tão acumulada que sinto minha vagina, com alto ruído peculiar, expulsar ar e liberar toda a lubrificação em um só jato. Pela primeira vez e inexplicavelmente me sinto ejaculando.
Ainda assim Betinho não me permite tomar fôlego. Sua velocidade impressionantemente aumenta a cada instante impulsionando meu gozo a esferas nunca experimentadas. O filho da puta do prazer não se extingue e eu sinto que estou morrendo, minha vida esvaindo naquele desesperado... Intenso... Interminável... Espetacular e enorme orgasmo.
Betinho estanca, estremecendo vai saído de mim. Assim que escapa de minha vagina explode e percebo meu corpo ser atingido pelos fortes jatos de ejaculação. Minha mão encontra aquele membro e o acaricia. Meu corpo estremece. Estou totalmente trêmula sentindo falta dele dentro de mim. Com a ponta do dedo médio encaminho novamente o meu troféu de prazer para o meu interior e ele calmamente vai se instalando e bombeando como quem passeia depois de correr o máximo que pôde.
Mais uma vez sou acometida por um intenso orgasmo. Ele finaliza as atividades desencontradas de meu corpo. Voltamos ao normal.
Sem palavras vamos nos banhar mutuamente. Depois de três dias de orgia vi, com tristeza, minha cunhada vir tomar o lugar de meu sobrinho e agora amante.
A partir daqueles dias passei a ser compartilhada por meu marido e meu sobrinho. Não me sinto traindo. Estou apenas satisfazendo as mais recônditas fantasias de meu marido sem que ele saiba. Ele deseja saber que tenho outro homem, mas teme me perder e assim eu tenho outro homem e para satisfazê-lo é só deixar ele descobrir. Só estou deixando que isso aconteça naturalmente.
Já fiz de tudo para ele descobrir. Ele já nos pegou acabando de nos vestir, no quarto, após tomarmos banho juntinho, e fingiu não perceber. Ele já até chupou os restos de porra de meu sobrinho e quis se enganar me dizendo que a presença do meu sobrinho estava me deixando tão tesuda que eu estava encharcando a sua boca de lubrificação. Ele quer saber, mas não quer ver a realidade. Quando questionei o que ele quis dizer ele inventou que eu temia que meu sobrinho percebesse que estávamos fazendo amor. Ora, pois, pois, o que será que um menino de 22 anos acha que fazemos na cama? – Fiz questão de perguntar ao sedento que nem me respondeu, devia estar gostoso lá por baixo.


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Toca de Lobo 

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As Grutas de Spar

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Titio da Esposa

Aos 45 anos acreditei que nada mais tinha a aprender, não em matéria de sexo. Na verdade acreditava que tudo era tão rotineiro que mesmo as variações de posições ou parceiros tornavam-se vulgares e repetitivas. Ficara viúvo aos 36 anos e sem pretender me fixar a mais ninguém busquei fuga na devassidão do sexo e hoje, olhando para mim mesmo, refletindo diante do espelho só via um vazio me aguardando no futuro. Salvava-me da depressão minha filha a quem me dediquei de corpo e alma para não enlouquecer ao perder minha adorada esposa.
Minha filha, hoje com 19 anos, está mergulhada nos estudos e desafiada a conseguir sua sonhada vaga para medicina. Seu prazer aos domingos é reunir em nossa casa suas amigas para estudar em meio a alguma diversão como a piscina ou um churrasco. Normalmente fujo de casa aos domingos para deixa-la mais à vontade sem a imagem repressora de um pai.
Renata estava no banho e fui atender a insistente campainha. Uma jovem com um biquíni mínimo recoberto por uma saída de praia com total transparência pulou sobre mim abraçando-me e beijando-me no rosto.
- Bom dia tio Ronaldo. A Renata já acordou, né!
Por sorte lembrei seu nome a tempo de responder:
- Já sim Ana. Está lá em cima, no banho.
- Ana não tio. Assim me sinto muito velha. Eu sou a Aninha!
Ela estendeu a mão à guisa de apresentação e quando fui corresponder ao cumprimento ela pulou no meu colo abraçando-se a mim e mais uma vez beijando meu rosto rindo muito.
- Tio, tá ficando coroa mesmo. Não se aperta mais a mão de ninguém! Cadê o resto do pessoal? Estão na piscina?
- Você foi a primeira a chegar.
Ela correu para a piscina, deixou pelo caminho seu chinelo e panos transparentes e jogou-se na água rindo infantilmente. Parei na porta olhando aquela alegria acumulada por tanto estudo e fui despertado pela campainha insistente.
Mais três meninas entraram, beijando-me ou abraçando-me, todas sabiam meu nome e em grupo não consegui lembrar o nome de nenhuma delas. Nem precisei lembrar. Os gritos de Aninha atiçou o grupo e logo estavam as quatro rindo e brincando na piscina.
Minha filha desceu bem a tempo de atender mais uma vez a porta e com mais umas três meninas foram para a piscina. Eu era o verdadeiro bendito ao fruto, mas para aquele grupo eu sempre fora eunuco.
Fui para a piscina tomar meu café da manhã. Eu preparara tudo mas não tivera tempo de sequer me servir. As meninas iam e vinham da mesa onde eu estava sentado, tomando meu café e lendo meu jornal. Todas me deixavam quieto em meu canto menos Renata que me oferecia os quitutes que eu preparara apenas para demonstrar seu carinho e Aninha que já sentara no meu colo duas vezes, molhara minha roupa e meu jornal e nem se apercebia, tentando me impressionar, o quanto estava sendo infantil.
Sem perceber eu ficara exposto ao sol e já estava suando e sobrando naquele ambiente jovem e totalmente feminino. Fui para meu quarto, liguei a televisão, liguei o ar-condicionado e pela janela percebi que minha decisão de auto isolamento fora a mais correta, duas meninas já faziam topless estendidas nas cadeiras da piscina. Peguei um short, fui para o meu banheiro, olhei para a banheira, era tentadora, mas estava quente demais para um banho morno, mesmo que reconfortante. Preferi a ducha.
Pus minha roupa no cesto, pendurei meu short próximo as toalhas e me deixei envolver pela forte ducha fria que recebi paradinho e de olhos fechados.
Senti alguém tocar minhas costas. A surpresa me assustou e quando me voltei fiquei ainda mais assustado. Aninha nua, com uma bucha cheia de espuma na mãos, tinha começado a ensaboar minhas costas me assustando.
Segurei a mão dela no ar e pedi que me deixasse sozinho. Ela se deixou cair sentada no chão chorando. Me abaixei olhando para aquela menina nua sem entender o que se passava.
- Tio eu não vou agarrar não. Só queria agradecer seu carinho com agente te dando um banho. Deixa, por favor.
Ela falava enquanto se levantava e aproveitando que eu estava abaixado voltara a esfregar minhas costa. Fiquei totalmente sem ação por alguns instantes e fui erguendo meu corpo vagarosamente.
- Tio eu não vou tocar seu corpo em nenhum local impróprio.
Ela falava e já esfregava meu peito depois de bastecer a bucha com sabonete líquido. Estávamos fora do alcance do chuveiro em si e meu corpo estava tomado de espuma. Decidi ver onde aquela menina pretendia chegar e já determinado a não tocar nela nem permitir que ela me tocasse.
Levei um banho completo. Ela ajoelhou. Lavou meus pés, minhas pernas, minhas coxas, entre coxas. Não sou de ferro e não tive como conter minha ereção e nem isso a assustou. Bem, ela olhou maravilhada o resultado de seu trabalho, circundou a ferramenta com sua bucha, voltou-se para minha bunda sem lavar o rego e depois de me ver totalmente ensaboado, inclusive nos sovacos, sem me tocar me levou para baixa da água que fluía em forte jato me enxaguou.
Fechou o chuveiro. Me obrigou a ficar de joelhos. Com meu rosto entre seus peitos e virilha, com seu umbigo na altura da minha boca, lavou minha cabeça com shampoo. Enxaguou com chuveirinho. Passou mais uma vez o shampoo, tornou a enxaguar e massageou minha cabeça enquanto passava um creme qualquer.
Depois de enxaguar me orientou:
- Tio, pode levantar e lavar suas partes que eu espero lá fora. Mas sou eu quem vai enxugar seu corpo.
- Não precisa. – Ela me corta de imediato.
- Não me ofenda. Fiz tudo como combinamos e vou até o fim. Você vai virar algumas páginas do meu diário. Isso foi uma grande aventura para mim. O primeiro banho que dei num homem feito e parece que fiz tudo direitinho.
Ela falava e seus olhos corriam de meus olhos para a minha masculinidade saltitante e sem controle. Ambos estávamos acanhados, mas aquilo a deixava também saltitante de uma alegria tão infantil que não resisti.
Lavei, como ela disse, minhas partes. Ela saíra do banheiro mas estava observando. Assim que estendi a mão para fechar a água lá estava ela estendendo uma toalha aberta para mim.
Desta vez Aninha, por causa da toalha, perdeu a noção de distância e encostou em minha rigidez, perdeu o equilíbrio com o susto e colou seu corpo ao meu permitindo que meu saltitante membro experimentasse o calor de sua barriguinha. Foi um lapso de tempo que pareceu eterno.
Desajeitada e já recuperada ela se afasta e displicente pega meu membro que seguia encostando nela enquanto ela se afastava. Estacou, com ele na mão, apertando-o sem se conter e sentindo, como eu senti, todo seu corpo estremecer deixando aflorar um intenso arrepio que praticamente fez sumir suas auréolas transformando simples pontinhos em bicos totalmente intumescidos.
Instantes depois do prazer percorrer todo seu corpo ela conseguiu desviar o olhar daquela cena vindo buscar meu rosto. A expressão da lascívia era evidente. Seus olhos, sua boca, seu rosto e todo seu corpo exigiam sexo. A outra mão se juntou a que me agarrava. O aperto fulminante durou o exato tempo de seu incontido e incontrolável orgasmo que fez seu corpo tremular e saltitar ali parado.
Amolecida deixou-se cair em meu peito, sem me soltar recuperou a respiração que havia se interrompido espontaneamente e aos poucos foi recuperando a cor e a consciência. Olhou-me assustada e apenas balbuciou quase sem voz:
- Desculpa tio, foi sem querer.
Nua como estava correu para fora do quarto, começou a descer as escada, eu pude ouvir. Estancou, correu de volta ao banheiro. Recolheu o biquíni e ia mais uma vez fugir quando abracei seu corpo pelas costas e a tranquilizei.
- Tudo bem Aninha. Essas coisas acontecem. – Acontecem? Eu interiormente estava rindo de mim mesmo, ali, cheio de tesão por aquela menina e tentando me controlar para não jogá-la na cama e satisfazer nossos desejos – Fique calma. Não foi nada demais.
- Tio, - ela começou a chorar – eu agi como uma criança, - agora soluçava levemente – onde já se viu gozar desse jeito só por tocar em... em... em você?
Estávamos nus e as costas dela irradiavam um calor apaixonante em meu corpo. Minha pica saltitava entre nossas carnes sem controle e, o macho que eu tentava conter, se anunciou brincando.
- É porque você foi pega desprevenida. Quer ver. Vire-se agora e pegue ele por querer. Você vai ver que tudo vai ser diferente. – Eu brinquei com fogo!
Ela respirou fundo, largou o biquíni no chão, virou lentamente entre meus braços, se afastou movendo os braços e eu deixei meu abraço subir para o ombro. Pegou com uma das mãos. Tateou e logo a outra mão veio em seu socorro. Os dedos brincaram com a pele, com a mucosa e sem perceber minha mão colou-se na nuca dela sugerindo que ela atendesse meu apelo e o beijasse.
Pareceu cena de cinema em cinema em câmara lenta. O corpo dela foi se abaixando, as pernas dobrando, a boca se abrindo e acolhendo minha mucosa como em um beijo apaixonado enquanto ela se quedava sobre os joelhos e massageava todo o corpo de minha pica que, não resistindo, explodiu em gozo intenso, jateando a boca e o rosto daquela menina, colega de minha filha que se maravilhava com o resultado de suas carícias mais uma vez experimentando um forte e estremecido orgasmo.
Ela levantou-se. Estava diferente, a menina a abandonara. Eu estava agora diante da mulher que tomou a toalha de meu ombro, limpou a face, me deu a mão, me levou para a cama, me fez deitar de costas no colchão e pulou sobre mim me engolindo e se entregando ao prazer até me fazer delirar aflito, tentando conter meu gozo, e, sem resistir mais, explodir mais uma vez, agora dentro dela que sorria me olhando nos olhos em pleno delírio.

Tudo igual, tudo rotineiro, sexo oral, penetração e gozo e de tal forma especial que minha paixão foi instantâneo. Hoje eu sou o titio de minha nova esposa.
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Toca de Lobo 

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domingo, 26 de janeiro de 2014

Sou obrigada a trair

Estávamos no segundo ano de casamento quando o primo de meu marido comprou uma casa de praia. Beto, que tinha a mesma idade de Fernando era a companhia preferida de seu primo nos fins de semana. Iara também gostava muito de mim e na casa era normal estarmos nós quatro em todos os fins de semana.
A única coisa que eu não gostava era a implicância de Fernando e Iara com nossa troca de carinhos. Apaixonados, recém-casados e eu carinhosa de natureza, vivíamos agarradinhos e nos beijando.
Fernando costumava aproveitar minha extrema sensibilidade às cócegas para interromper meu namoro com seu priminho querido. Beto aceitava que ele me torturasse sem reclamar. Assim era comum o abuso na brincadeira.
Ficou na história da família a vez que me urinei de tanto rir. Eu estava com vontade de ir ao banheiro e esperava a Iara acabar seu banho no colo de Beto. Fernando veio por trás de nós e me atacou de cosquinhas. Fui ao chão tentando escapar caindo de bruços. Fernando apoiou os joelhos entre meu corpo, sentou-se ser por peso em minha bunda e Beto ria de minhas gargalhadas, mas não me socorria. Foi inevitável. Urinei no piso e foi impossível disfarçar.
Além disso, era comum Fernando durante as cosquinhas, prender meu corpo como pudesse e por vezes suas mãos passeavam por lugares proibidos, mas como não havia maldade nunca reclamei.
Acontece que passando os fins de semana sempre juntos as sessões de cosquinhas aumentaram e eu nem precisava estar agarrada ao Beto. Na piscina, então, era comum ele ainda ter o apoio de Iara.
O pai de Fernando era empresário. Produzia e vendia máquinas e produtos para sorvete. Eu e Beto trabalhávamos para ele, mas ele ficava na indústria e eu gerenciava o comércio. Neste verão, como a indústria teve férias coletivas no final do ano ele ficou com 10 dias a menos de férias. Em janeiro passamos os primeiros dias juntos e no final do mês Beto durante a semana passava no Rio para trabalhar indo ao nosso encontro no fim de semana.
Durante os primeiros dias semana coisas estranhas aconteceram. Já na segunda-feira recebi uma seção de cócegas do casal quando fomos à piscina. A parte de cima do biquíni se soltou (ou foi desamarrada) e Fernando escondeu meus seios com as palmas de suas mãos enquanto Iara recuperava e amarrava a peça novamente.
Só que ele, para não ver meus seios, me abraçara pelas costas. Pude perceber sua ereção se manifestar. Quando tentei me afastar ele deixou um dos seios exposto para facilitar a ação de Iara, mas essa mão me prendeu pelos quadris, abaixo da cintura e pressionou minha bunda contra o corpo dele que não parava de se mover. Assim eu sentia todo seu volume e excitação roçando em minha bundinha.
Ele também mudou de comportamento. As férias tornara comum ele me cumprimentar pela manhã com dois desnecessários beijinhos no rosto fato que ocasionalmente se repetia durante o dia e por vezes até me abraçava. Minha natureza carinhosa ao invés de estranhar e tomar distância levava-me a retribuir.
Na quinta-feira, por duas vezes, um dos beijinhos do rosto ficou curto e beijaram o canto de minha boca.
Na sexta-feira combinamos fazer compras pela manhã. Quando sai do quarto com um vestidinho leve e solto dei de cara com Fernando que, aproveitando que Iara estava escovando os dentes, trocou os beijinhos no rosto por um franco selinho colando meu corpo ao dele com as palmas das mãos espalmadas e apertando carinhosamente minha bunda e logo após o selinho, com minha bunda ainda sendo acariciada, ele sussurrou em meu ouvido:
- Você não teme fazer compras sem calcinha?
Beijou meu ouvindo me arrepiando e se afastou sem ligar para meu olhar de censura. Foi para a cozinha. Colocou o café no fogo. Pegou ovos e a frigideira. Quebrou ovos num prato. Aproveitou que Iara saiu do banheiro pedindo a ela para comprar os pães e me entregou o prato com os ovos pedindo-me para batê-los levemente.
Iara estava saindo quando tentei devolver o prato a ele e percebi que ele apagou o fogo da frigideira. Me abraçou pelas costas para me ensinar a bater os ovos. Senti sua ereção. Estávamos sozinhos, senti perigo na situação. Disse que os avos estavam batidos, abandonei o prato na mesa e me desvencilhei dele tão rápido quanto pude.
Ele, mesmo sabendo que estávamos sozinhos, gritou baixinho:
- Ataque de cosquinhas!
Correu atrás de mim e eu, por extinto, corri para a sala. Ele me pegou em seu colo. Com isso fingiu que meu vestido se erguera sem querer. Para constatar que eu estava nua, enquanto eu me batia tentando fugir de seus braços e das cócegas, sua mão ficou brincando e acariciando toda minha vagina. Colou a boca em meu pescoço me arrepiando inteira.
Na tentativa de escapar acabei facilitando o acesso, e ele beijou-me a boca com selinhos sucessivos e terminou, me fazendo abrir a boca com cócegas, beijando-me apaixonadamente.
Após o beijo, deixou-me sem ação na sala e dizendo que eu era sua prima predileta voltou à cozinha e seus afazeres para servir o café da manhã. Iara me encontrou parada no meio da sala, ainda estupefata. Respondi ao seu olhar questionador que estava com cólicas.
- Me lembra de comprar remédio e absorvente. – Cortei qualquer questão seguindo para a mesa do café.
Eu decidira. Iria embora no domingo com o Beto. As férias estavam no final mesmo.
Calor enorme. Aproveitei que Iara se ocupara do almoço dispensando minha ajuda e corri para a piscina. Fernando me seguiu. Mais um seção de cócegas que terminou com toda expressão de sua masculinidade entre minhas coxas, mais uma vez abraçando-me pelas costas. Quando me voltei para protestar recebi novo beijo na boca.
Desta vez eu não ia abrir minha boca para recepcionar aquele abuso. Ele inovou colocando o polegar e indicador direito sob meu biquíni expondo e aprisionando o bico de meu seio direito torcendo-o e apertando-o. Desta vez meu susto facilitou o acesso de sua língua. Claro que eu ia mordê-lo.
Sua voz firme e decidida sem fez ouvir em sussurros ao meu ouvido:
- Acho que meu pai pode demitir o Beto a qualquer instante.
Gelei! Aquilo era um aviso, uma ameaça, uma chantagem...
Ele parou de pressionar meu corpo que pode se afastar do dele. No intervalo mínimo soltou os laços da parte de baixo de meu biquíni removendo-a e voltou a me prender pela cintura. Agora era pele contra pele atritando-se.
Meus olhos estavam demonstrando todo meu espanto. Ele riu e voltou a falar, apesar de em sussurros, de forma taxativa:
- Sei influenciar meu pai a ponto dele tomar a decisão de demiti-lo sem nem notar que fui eu quem o seduzi para isso. Ele vai jurar que tomou a decisão por si próprio.
Ao mesmo tempo que a informação me constrangia os sussurros me arrepiavam. Ele estava colado em minha bunda, sua masculinidade atritando toda minha vagina sobrava entre minhas pernas. Aquilo ia machucar meu corpo. Era grosso e enorme. Eu estava acostumada unicamente a delicadeza da masculinidade de Beto e a seu amor acariciante. Estava agora sendo forçada por um monstro de mastro também monstruoso. Eu era a um só tempo a indignação, a esposa tanto temerosa pelo emprego do marido, como temerosa por trair o marido. Era também tomada de intensa curiosidade feminina e de desejo instintivo que revolucionava meu baixo ventre e lubrificava intensamente meu corpo preparando-o para um embate sexual.
Na tentativa de escapar daquele assédio que ora se intensificava e por momentos cedia ao prazer daquele contato, ele conseguiu me penetrar com toda sua rigidez e com três estocadas prejudicadas pela água estava inteiramente dentro de mim. Ele insistia no beijo sem se preocupar com a proximidade de Iara.
Nunca tive tanta raiva de meu corpo. Vi-me retribuindo o beijo enquanto um forte orgasmo se anunciava veloz como nunca. Poucas estacadas depois eu estava tapando minha boca e mordendo minha mão para conter meus ruídos e gemidos e gozando intensamente com todo o corpo estremecendo de prazer e ainda arrepiando como quem anuncia que eu ainda ia experimentar novos orgasmos.
Ele levou meu corpo para a parte rasa da piscina e deitando meu peito na grama ganhou desenvoltura. Eu só pensava em Beto e Iara até que mais uma vez desabei num prazer temperado pelo perigo. Quando o orgasmo atingiu o clímax Fernando prendeu meu corpo com apenas uma de suas fortes mãos e acelerando incrivelmente a velocidade das estocadas me fazia breves cócegas. O orgasmo cedia e voltava a crescer sem acabar. Eu chorava de tanto prazer. Deixei a mão marcada pelas mordidas a que recorria para não gritar nem gemer e estava enfurecida com o estrupo que me proporcionava tão intenso e interminável prazer. Eu não tinha noção de mais nada.
O golpe de misericórdia veio com ele liberando meu corpo que passou a se contorcer. Com as mãos livres usou os dedos da mão esquerda para brincar entre meu cuzinho e minha vagina com um deles entrando e saindo de dentro de mim me fazendo desejar um intenso sexo anal. Os dedos da mão direita massageava meu clitóris com tal eficiência que pela primeira vez vi estrelas durante um orgasmo.
Acredito ter sucumbido ao prazer com um desmaio ou coisa parecida já que sem perceber me vi na espreguiçadeira, eu ia dizer totalmente, mas é melhor falar que estava, sem saber como, usando meu biquíni.
Eu agora me envergonhava do biquíni que estava usando. O que ele realmente cobria do meu corpo? As costa, inclusive a bunda, ficavam expostas exceto por dois filetes de tecido: um na horizontal no meio das costas e o outro na horizontal bem abaixo da linha da cintura que tinha um vertical totalmente camuflado entre minha nádegas. Na frente eram três triângulos mínimos. Dois tapavam as auréolas de meios seios fartos e sempre fugiam de seu local padrão e o outro tapava minha vagina começando quase rente ao grelo. Eu fiz aquilo. Estava sempre me exibindo. Fernando fora um filho da puta mas tenho que confessar a mim mesma de provoca-lo, de sentir que ele me fazia cócegas para controlar o tesão a sede pelo meu corpo.
Isso tinha que acabar. Eu ia embora naquele domingo com Beto para não mais voltar.
Iara, da porta da cozinha, me pergunta por Fernando.
- Acho que foi ao banheiro. Ele saiu sem avisar nada.
Iara vem ao meu encontro.
- Cuidado com o Fernando. Ele é possessivo. Está querendo te seduzir. Ele me pediu para fazer sexo com você em nossa cama, com ele assistindo. Não tenho como fugir dele. Sou embasbacada por esse cara. Faço tudo que ele me pede em matéria de sexo e, aqui para nós, adoro tudo que faço. Ele me faz gozar como louca. Fique atenta. Não deixe ele te seduzir. Pode ser o fim de seu casamento e eu não tenho forças para defende-la.
Ouvimos movimento na casa e Iara ergueu o corpo e se afastou assustada. Agora foi Fernando quem chegou à porta da cozinha.
- Querida esqueci de te pedir e agora vou pagar por meus pecados. Vou comprar as bebidas. Toma conta da nossa eterna enamorada.
 Ele saiu e logo gritou por Iara pedindo que ela levasse ao carro a carteira que esquecera. Ela foi e logo voltou aflita com uma garrafa de vinho e dois copos.
- Você parece nervosa, Iara.
- Ele me pediu para te cortejar, ter dar vinho e te convencer a entrar na piscina nua comigo.
- Pois ele vai me encontrar aqui mesmo sentadinha.
- Não faz isso. Ele vai me colocar de castigo sem sexo e vai pensar uma forma de te fuder a vida. Ele é vingativo.
- Tudo bem valos tomar vinho na piscina e você vai dizer a ele que esperou ele chegar para que ele mesmo tivesse o prazer de tirar minha roupa. Vamos ver quem vence.
Eu ia enfrentar Fernando. Ia fazer ele lembrar o amor do primo. Ia fazer ele voltar a ver as coisas com clareza. Mesmo meu corpo tendo adorado sentir-se totalmente preenchido e penetrado, mesmo tendo sido levado a um gozo pleno e arrebatador. Mesmo eu tendo visto estrelas e desmaiado de prazer. Era casada. Amo meu marido. Não desejei jamais trair meu homem e se o fiz foi pela chantagem e por ter sido arrebatada pela força masculina de Fernando. Isso não ia se repetir.
Eu precisava de forças para enfrenta-lo e busque essa força no vinho. Quando Fernando voltou o vinho acabara e ele saltou feliz para a piscina. Se aproximou de Iara. Tomou seu corpo em um abraço. Beijou-lhe a boca. Parecia não me ver. Arrancou as peças do biquíni dela jogando-as para fora da piscina. Sentou na margem. Pelos cabelos dominou o sexo oral que ela fazia com prazer e dificuldade. Ela estava gostando tanto que eu, com água na boca, não conseguia para de olhar.
Ele ergueu com facilidade o corpo de Iara. A fez sentar na beira de uma cadeira e sem olhar para mim, apenas com a boca e com a língua fez ela estremecer duas vezes de prazer implorando literalmente por sexo.
Ele continuava a me ignorar. Deitou o corpo dela na beirada. Deitou sobre ela e passou a se movimentar tentando penetrá-la. Ela desesperada tentava guia-lo para dentro dela mas ele impedia os movimentos de seus braços. Falou ao ouvido dela qualquer coisa e ela, quase chorando pediu que eu guiasse ele para dentro dela.
Fingi não ouvir por algum tempo até que ele olhou sério para mim, dentro de meus olhos. Não sei se senti tesão, medo, mas senti que não poderia deixar de ajudar Iara.
Senti aquela enormidade em minha mão e guiei para dentro de Iara. Ele só deixou entrar a cabeça e eu esqueci de soltá-lo.
Iara implora: Chupa um pouco. Ele não consegue entrar.
Sem pensar apoiei meus braços nas margens, ergui meu corpo e puxei o membro para mim, ou melhor, para dentro da minha boca tomada por uma desconhecida luxúria. Não notei Iara entrar na piscina, mas senti suas mãos me deixando nua. Logo ela estava na grama, de frente comigo, disputando palmo a palmo aquele troféu. Nossos lábios e línguas se tocavam. Fernando, de repente, sentou na grama ordenando:
- Quero ver um beijo bem apaixonado. Uma roubando na boca da outra o meu sabor. Iara tomou meus lábios, invadiu minha boca com sua língua. Um dos pés de Fernando, por baixo d’água alojou-se entre minhas coxas friccionando minha vagina. Uma das mãos aprisionou um mamilo fazendo-o intumescer aos seus toque rebeldes e a outra mão tomou meus cabelos e fazia com que minha boca pulasse da boca de Iara ao seu pênis, voltando ou para sua própria boca ou para a de sua esposa. Eu não tinha reações. Só o emocional e o instintivo falavam.
Sem saber como vi meu corpo exposto aquela quatro mãos, muitos dedos, bocas, lábios e línguas e com uma urgência intensa de ser penetrada. Parecia que o gozo não se manifestaria sem a penetração daquela enormidade de Fernando.
Ele determinou que eu teria que me mostrar humilde e submissa. Eu teria que oferecer a ele meu cuzinho, quase virgem. Beto sempre me machucou e nas três vezes que me penetrou teve que sair tal a dor que eu sentia.
O medo falava mais alto. Eu não queria pedir. O tesão estava intenso de forma inimaginável. O gozo não vinha. E, para acabar com minhas resistência, me vi com as costas apoiadas no peito de Fernando que arreganhava minhas pernas. A cabeça daquilo tudo, enorme e duro demais, encostada em meu cuzinho. Iara lambendo todo o entorno.
Fernando passou a me penetrar profundamente a vagina com umas três estocadas e me colocar novamente na mesma posição. Só resisti três destas seções de tortura, precisava gozar e me rebaixei:
- Fernando, come logo meu cuzinho, porra. Quero gozar!
Mais uma vez brincando em minha vagina ele controla a situação:
- Pede com carinho, confessa que quer ser minha puta, que não está me dando por obrigação, que deseja seu cuzinho arrobado pelo Fernandão do Fernandinho.
Era outra mulher que implorava:
- Por favor, Fernando. Penetra no meu cuzinho. Faz de mim a mais felizes das putas. Quero ser sua, quero gozar com você todo dentro do meu cuzinho.
Como por encanto aquela cabeçorra venceu as resistências do meu ânus que piscava de desejo. Ardeu mas Fernando me decepcionou. Apesar de rebolar, tentar forçar a penetração ele não seguiu nem um centímetro adiante.
Ele me fez implorar e eu chorei implorando por pica. Jamais me imaginei assim, submissa a um homem. Ainda mais a um homem que eu não amava. Nunca sequer supus ser possível desejar um homem sem uma relação de amor. Com Fernando eu era a puta, agora eu sabia. Com Beto eu era a esposa e soube, naquele instante, que essa dualidade seria duradoura. Ia durar enquanto o Beto ignorasse os fatos.
Estava tentando ser penetrada e pensando em Beto quando ele voltou a permitir que meu cuzinho fosse penetrado por aquele torturador. Eu que sempre senti dor com sexo anal estava sendo enrabada por um membro enorme e gozava só de senti-lo penetrando em mim.
Fui as raias da loucura. Ria e babava saltitando naquele membro sem conseguir parar de gozar. Era uma sucessão infinita de pequenos orgasmos que cresciam se avolumando tão intensa e deliciosamente que eu já temia o último. Como se não bastasse, Fernando parava meu corpo no ar. Iara assumia meu grelo e ele bombeava intensamente me fazendo arrepiar o corpo inteiro. Isso fazia meus mamilos se contraírem ao ponto de ficarem doloridos ao toque. Meu âmago se contorcia de prazer e piscava em múltiplas contrações desconexas. Me faltavam ar e fôlego. Eu estava sem voz. Sobrava prazer, satisfação, alegria interna, realização. Ficava a certeza de que eu já estava viciada quando, por derradeiro, quando meu maior gozo se anuncia, percebo dois dedos de Fernando adentrando minha vagina em movimentos rítmicos e Iara esmagando meu grelinho com um forte vibrador e meu corpo esculhambado entrando em convulsões de um orgasmo inexistente, inexplicável, inexorável e viciante.
Nem mesmo uma eternidade dura tanto. A intensidade de meu prazer fez com que parecesse mais que eterno os breves segundos de pleno prazer.
Meu corpo foi dilapidado durante toda a madrugada e a buzinada de Beto pedindo que abríssemos os portões da garagem me pegaram entorpecida de cansaço entre Fernando e Iara.
Pouco liguei se Iara teve que acordar para oferecer café da manhã aos meus dois machos ou se Frenado teve que fingir disposição correndo até a garagem para permitir a chegada de Beto. Fugi para minha cama, me enrolei entre travesseiros e lençóis e manhosa, alegando cólicas, forcei Beto a me deixar dormir sem me incomodar até as duas da tarde.
Para nós dois o resto do fim de semana passou em branco para o sexo. Eu não ia fazer sexo com cólicas. Mas na verdade estava louca para ver o Beto pelas costas para sentir Fernando e Iara me matarem de cócegas no meio da cama deles.
Ainda hoje sou “obrigada” a trair meu marido para ele não ser demitido. Se eu gosto ou não desta história é, realmente, outra história que só dura um ano e meio.

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Toca de Lobo 

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A Mansão dos Lord 





As Grutas de Spar